Ibovespa futuro abre em baixa, dólar sobe e notícias corporativas
Ibovespa futuro
O Ibovespa futuro (INDJ26 contrato com vencimento para 15 de abril/26) abriu em queda nesta quinta-feira, 19. Às 10h04 caía 1,59% aos 178.020 pontos. Embora considerado um indicador de como poderá se comportar o mercado, esse índice nem sempre antecipa as informações que vão condicionar o pregão a partir das 10h.
O mercado repercute nesta quinta-feira, 19, a decisão do Comitê de Política Monetária do Banco Central de cortar a taxa básica de juros em 0,25p.p. para 14,75% ao ano. Os membros do comitê destacaram o aumento da incerteza em relação ao cenário internacional derivado do conflito no Oriente Médio. “No cenário doméstico, o documento trouxe poucas novidades, com o comitê destacando o processo de desaceleração da economia e, por outro lado, a resiliência do mercado de trabalho. Assim, o Copom julgou apropriado dar início ao ciclo de calibração da política monetária com um ajuste mais modesto. Como o esperado, o BC não sinalizou o próximo movimento, e a magnitude deste dependerá da evolução do cenário prospectivo”, afirma Flávio Serrano, economista-chefe do Banco Bmg. Ele avalia que um novo ajuste de 25bps ou uma eventual aceleração para 50bps estão condicionados aos desdobramentos da guerra entre EUA e Irã.
Nos mercados globais a aversão ao risco predomina nesta sessão. O preço do barril de petróleo Brent tem forte alta nesta sessão com o Irã atacando o setor energético do Golfo após Israel atingir o campo de gás iraniano. O presidente americano, Donald Trump, ameaçou explodir um campo de gás iraniano caso o país não pare de atacar as instalações de gás do Catar. As Bolsas na Ásia fecharam em baixa e na Europa os principais índices operam no negativo.
Dólar
Às 10h02 o dólar comercial subia 0,75% cotado a R$ 5,286 na venda.
Petróleo e minério (9h25)
Petróleo Brent: +5,43% (US$ 113,4). O Brent é referência para a Petrobras.
Bitcoin futuro: -2,25% (US$ 69.637)
Ouro (contrato para fev/26 – onça-troy): -5,83% (US$ 4.610)
Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em queda de 0,55% a 807,5 iuanes (US$ 117,4). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas.
Futuros de ações em Nova York
Às 9h29 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em queda de 0,44% e o S&P 500 futuro com desvalorização de 0,48%. Nasdaq futuro caía 0,55%.
Notícias corporativas
Prio anuncia abertura do primeiro poço produtor do Campo de Wahoo
A Prio (PRIO3) informou nesta quinta-feira, 19, que abriu o primeiro poço produtor do Campo de Wahoo. “Após a estabilização da produção e conclusão dos procedimentos de medição fiscal, a companhia divulgará novo comunicado informando a produtividade do poço, bem como a previsão de entrada dos demais poços produtores”, afirmou a companhia em um fato relevante sem relevar mais detalhes.
TIM anuncia pagamento de R$ 390 milhões em juros sobre o capital
A TIM (TIMS3; NYSE: TIMB) informou que seu conselho de administração aprovou a distribuição de R$ 390 milhões a título de juros sobre capital próprio (JCP). O valor bruto por ação é de R$ 0,1632708888. O pagamento ocorrerá até o dia 30 de abril de 2026, sendo a data de 23 de março de 2026 como aquela que servirá para identificar os acionistas com direito a receber esses valores. Desta forma, as ações adquiridas após a referida data estarão ex-direito de distribuição de JCP.
Smartfit (SMFT3) anuncia pagamento de juros sobre o capital
O conselho de administração da Smartfit (SMFT3) aprovou o pagamento de juros sobre capital próprio (JCP). O montante total bruto é de R$ 40 milhões, correspondente ao valor de R$ 0,06512391838 por ação. O pagamento do JCP será realizado em parcela única no dia 30 de abril de 2026. A data base para o direito ao recebimento será 23 de março de 2026, sendo certo que, a partir de 24 de março, inclusive, as ações da companhia serão negociadas “ex-juros sobre capital próprio” na B3.
PetroReconcavo reporta lucro líquido de R$ 50,7 milhões no 4T25, alta anual de 56%
A PetroReconcavo (RECV3) teve no quarto trimestre de 2025 (4T25) lucro líquido de R$ 50,7 milhões, alta de 56% em relação ao mesmo trimestre de 2024 (4T24).
Na base ajustada, o lucro no 4T25 foi de R$ 61,4 milhões, queda de 66% em relação ao 4T24.
O Ebitda da petroleira foi de R$ 295 milhões, queda de 27% na base anual de comparação. A margem Ebitda diminuiu 5,9 pontos porcentuais (p.p.), para 41,9%.
A receita líquida somou R$ 704,1 milhões, redução de 17% em relação ao 4T24.
Minerva (BEEF3) reverte prejuízo, lucra R$ 85 milhões no 4T25 e propõe dividendo
A Minerva (BEEF3) teve no quarto trimestre de 2025 (4T25) lucro líquido de R$ 85 milhões. Dessa forma, reverte o prejuízo de R$ 1,56 bilhão no mesmo trimestre de 2024 (4T24).
No acumulado de 2025, a companhia teve lucro de R$ 848,3 milhões, contra prejuízo de R$ 1,5 bilhão em 2024.
O Ebitda somou R$ 1,17 bilhão no 4T24, alta de 24,1% na base anual de comparação.
No 4T25 a receita líquida somou R$ 14,2 bilhões, expansão de 32,6% em relação ao 4T24.
No release de resultado a Minerva informou que sua administração propõe a distribuição de dividendos complementares no valor de R$ 30,8 milhões a serem aprovados na assembleia geral de acionistas que será realizada em abril, que somados a distribuição antecipada de R$ 162,1 milhões ao final de 2025, totaliza R$ 192,9 milhões em dividendos relativos ao ano-fiscal 2025 (dividendo mínimo obrigatório).
MBRF (MBRF3) reporta lucro de R$ 91 milhões no 4T25, queda na base anual
A MBRF (MBRF3) teve no quarto trimestre de 2025 (4T25) lucro líquido atribuído ao controlador de R$ 91 milhões. No mesmo trimestre de 2024 (4T24) o lucro foi de R$ 1,125 bilhão.
“O desempenho do trimestre foi impactado pelo aumento das despesas financeiras e pelos custos associados à reestruturação e ao processo de fusão”, afirmou a companhia.
O resultado líquido consolidado atribuído ao controlador foi de R$ 358 milhões em 2025, queda de 77,9% em relação ao lucro de R$ 1,619 bilhão em 2024.
O Ebitda ajustado da MBRF no 4T15 foi de R$ 3,41 bilhões, queda de 9,1% no ano.
No 4T25, a receita líquida consolidada da MBRF somou R$ 43,9 bilhões, alta 4,8% em relação ao 4T24.
Lucro da Vivara (VIVA3)
A Vivara (VIVA3) teve no quarto trimestre de 2025 (4T25) lucro líquido ajustado de R$ 264,8 milhões, crescimento de 28,5% versus o 4T24.
“Além dos resultados operacionais que impulsionaram o crescimento do Ebitda, o lucro líquido ajustado foi beneficiado pela melhor alíquota efetiva (+5,4% em 2025 versus +4,3% em 2024) dado o pagamento de juros sobre capital próprio de R$ 41,2 milhões em 2025”, afirmou a Vivara.
Sem ajustes, o lucro líquido foi de R$ 177,5 milhões, queda de 40,7%.
No 4T25, o Ebitda ajustado somou R$ 286,1 milhões, 4,8% menor que o do 4T24.
A Receita Bruta (líquida de devoluções) do 4T25 atingiu R$ 1,365 bilhão, 17,5% superior à registrada no 4T24.
A Vivara projeta abrir entre 55 e 65 lojas das marcas Vivara e Life em 2026, segundo fato relevante divulgado nesta quarta-feira, 18, pela companhia.
CVC (CVCB3) reduz prejuízo no 4T25
A CVC (CVCB3) reportou prejuízo líquido ajustado de R$ 3,6 milhões no quarto trimestre de 2025 (4T25). No mesmo período de 2024, o prejuízo havia sido de R$ 12,8 milhões. O Ebitda subiu 107,5% na comparação anual, a R$ 171,5 milhões. A receita líquida somou R$ 362,1 milhões, queda de 1,2% em relação ao 4T24.
Hapvida (HAPV3): lucro líquido ajustado menor
A Hapvida (HAPV3) registrou lucro líquido ajustado de R$ 180,6 milhões no quarto trimestre de 2025 (4T25), 64,9% menor em relação ao 4T24. Sem ajuste, a companhia reportou prejuízo líquido de R$ 29,1 milhões no 4T25, revertendo o lucro de R$ 167,8 milhões do 4T24.
No consolidado de 2025, o lucro líquido ajustado somou R$ 1,234 bilhão, recuo de 32,3% ante 2024. O Ebitda ajustado somou R$ 713,8 milhões, queda de 32,8% na comparação anual. A receita líquida totalizou R$ 7,914 bilhões, crescimento de 5,9% em relação ao mesmo período de 2024. A dívida líquida encerrou o quarto trimestre em R$ 5,183 bilhões, alta de 14,3% em relação ao reportado um ano antes.
Mills (MILS3): alta no lucro líquido
A Mills (MILS3) reportou lucro líquido de R$ 78,6 milhões no quarto trimestre de 2025 (4T25), alta de 3,8% em relação ao 4T24. O Ebitda ajustado totalizou R$ 252,9 milhões, 20,3% maior na comparação anual. A receita líquida somou R$ 492,7 milhões, alta de 13,9% frente ao 4T24.
Unifique (FIQE3) reporta alta no lucro líquido no 4T25
A Unifique (FIQE3) registrou lucro líquido de R$ 62 milhões no quarto trimestre de 2025 (4T25), crescimento de 25% em relação ao 4T24. O Ebitda somou R$ 165,5 milhões, 31,1% maior na comparação anual. A receita operacional líquida foi de R$ 323,5 milhões, alta de 21,8% em relação ao mesmo período do ano anterior.
Valid (VLID3): lucro líquido sobe no 4T25
A Valid (VLID3) registrou lucro líquido de R$ 61,9 milhões no quarto trimestre de 2025 (4T25), alta de 42,8% na comparação com o 4T24. O Ebitda somou R$ 109,6 milhões, 10,3% maior na comparação anual. A receita operacional líquida totalizou R$ 589,2 milhões, queda de 9,8% em relação ao quarto trimestre de 2024.
Brisanet (BRST3) reverte lucro no 4T25
A Brisanet (BRST3) reportou prejuízo líquido de R$ 24,2 milhões no quarto trimestre de 2025 (4T25), revertendo lucro de R$ 4,5 milhões do 4T24. O Ebitda foi de R$ 159,4 milhões, frente aos R$ 167 milhões reportados no mesmo trimestre de 2024. A receita líquida subiu de R$ 382,2 milhões no 4T24 para R$ 441,9 milhões no 4T25.
Melnick (MELK3): lucro líquido estável no 4T25
A Melnick (MELK3) reportou lucro líquido de R$ 34,38 milhões no quarto trimestre de 2025 (4T25), resultado praticamente estável (0,5% de alta) em relação ao 4T24. A receita líquida de vendas e serviços totalizou R$ 310,5 milhões, 21,9% menor na comparação anual.
Méliuz (CASH3): lucro líquido ajustado sobe no 4T25
A Méliuz (CASH3) registrou lucro líquido ajustado de R$ 18,8 milhões no quarto trimestre de 2025 (4T25), saltando 772% em relação ao mesmo período de 2024. O Ebitda ajustado foi de R$ 34,6 milhões, 64% maior na comparação anual. A receita líquida subiu a R$ 138,3 milhões, alta de 32% na comparação com o 4T24.
Divulgam resultado nesta quinta, 19:
Cemig, Cyrela, Unipar, Dimed, Bemobi, Armac, Tupy, Wiz – após o fechamento do mercado.
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