Ibovespa futuro, dólar e notícias corporativas
Ibovespa futuro
Às 9h52 o Ibovespa futuro (INDG26 contrato com vencimento para 18 de fevereiro/26) subia 0,02% aos 167.590 pontos. Embora considerado um indicador de como poderá se comportar o mercado, esse índice nem sempre antecipa as informações que vão condicionar o pregão a partir das 10h.
Dólar
Às 9h50 o dólar comercial tinha alta de 0,17% cotado a R$ 5,378 na venda.
Petróleo e minério
Às 9h15 o preço do barril de petróleo Brent subia 1,43% (US$ 64,6). O Brent é referência para a Petrobras.
Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em queda de 0,49% a 812 iuanes (US$ 116,5). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas.
Futuros de ações em Nova York
Às 9h20 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em alta de 0,02% e o S&P 500 futuro com valorização de 0,19%. Nasdaq futuro subia 0,52%.
Prévia do PIB
O Índice de Atividade Econômica (IBC-Br) teve, em novembro, alta de 0,70% na comparação com outubro, em dado dessazonalizado informado pelo Banco Central nesta sexta-feira, 16. A expectativa de economistas ouvidos pela agência Reuters para o dado mensal era de alta de 0,30%. O IBC-Br é considerado uma prévia do Produto Interno Bruto.
Notícias corporativas
ANP suspende importação de metanol para revenda pela GPC Química, controlada da Dexxos
A Dexxos Participações (DEXP3, DEXP4) informou nesta sexta-feira, 16, que a Agência Nacional de Petróleo – ANP iniciou processo administrativo envolvendo a controlada da companhia, a sociedade GPC Química, suspendendo, preventivamente, a importação de metanol para revenda pela GPC Química.
Segundo a Dexxos, a medida não abrange a importação do metanol destinado ao consumo próprio da GPC Química, não impactando a cadeia de industrialização do seu principal negócio, a produção de formol e resinas termofixas, que permanece operando dentro da normalidade, sendo que a referida revenda representa, aproximadamente, 15% do faturamento da companhia dos últimos nove meses, com base nas Informações Trimestrais.
“A companhia manifesta sua discordância em relação à medida e ressalta que estão sendo implementados todos os esforços visando restabelecer a autorização pelas vias administrativas, sendo certo que não se descarta a adoção das medidas judiciais cabíveis para reversão da medida”, afirmou a Dexxos em um fato relevante enviado ao mercado.
A companhia reforçou no documento que conduz os negócios em “estrita observância das melhores práticas de mercado em conformidade com a legislação e normativos vigentes”.
Brava (BRAV3) anuncia aquisição de ativos da Petronas
A Brava (BRAV3) divulgou nesta sexta-feira, 16, que celebrou contrato para a aquisição da participação de 50% atualmente detida pela Petronas Petróleo Brasil (PPBL) no campo de Tartaruga Verde (Concessão BM-C-36) e no Módulo III do campo de Espadarte, localizados na Bacia de Campos, estado do Rio de Janeiro.
A transação tem valor total de US$ 450 milhões, sendo US$ 50 milhões pagos na data de assinatura; US$ 350 milhões a serem pagos no fechamento da transação, e duas parcelas diferidas, no valor de US$ 25 milhões cada, a serem pagas em 12 e 24 meses após o fechamento, respectivamente.
A conclusão da transação está sujeita ao cumprimento de condições precedentes usuais para transações dessa natureza, incluindo, entre outras, a obtenção das aprovações do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), bem como a manifestação quanto ao exercício do direito de preferência pelo atual operador.
Caso todas as condições precedentes sejam atendidas, a expectativa é que o fechamento da transação ocorra em 2026, explicou a Brava em um fato relevante enviado ao mercado.
“A transação está alinhada à estratégia de revisão contínua do portfólio da Brava e ao compromisso em buscar retorno ajustado a riscos, diversificação de ativos e eficiência na alocação de capital”, explicou a petroleira, destacando que “continuará avaliando oportunidades estratégicas de revisão de portfólio, mantendo o compromisso de criar valor a longo prazo”.
O campo de Tartaruga Verde e o Módulo III de Espadarte estão localizados na porção sul da Bacia de Campos, em lâmina d’água entre aproximadamente 700 e 1.620 metros, com reservatórios a cerca de 3.000 metros de profundidade. Os ativos são atualmente operados pela Petrobras, que detém 50% de participação, por meio do FPSO Cidade de Campos dos Goytacazes, em operação desde 2018.
A unidade conta atualmente com 14 poços produtores, sendo 11 associados ao campo de Tartaruga Verde e 3 ao Módulo III de Espadarte. Em 2025, a produção média dos ativos foi de aproximadamente 55,6 mil barris de óleo equivalente por dia (100% do ativo), composta majoritariamente por óleo, com parcela residual de gás natural, escoado por meio do gasoduto de Enchova até o terminal de Cabiúnas. As concessões têm vigência até 2039, nos termos dos contratos atualmente em vigor.
Cyrela (CYRE3) lança R$ 3,3 bilhões e vende R$ 2,36 bilhões no 4T25
A Cyrela (CYRE3) divulgou a prévia de seus resultados operacionais do quarto trimestre de 2025 (4T25).
As vendas líquidas contratadas neste trimestre somaram R$ 3,33 bilhões, 32% abaixo do valor registrado no 4T24 (R$4,9 bilhões) e 6% inferiores ao 3T25 (R$ 3,54 bilhões). A participação da companhia nas vendas contratadas foi de 75% no 4T25, superior aos 74% do mesmo trimestre do ano anterior e acima do 3T25 (71%). As vendas líquidas do trimestre serão 82% reconhecidas via consolidação e 18% via método de equivalência patrimonial. No ano, as vendas contratadas atingiram R$ 13,16 bilhões, sendo 4% superiores ao mesmo período de 2024.
Das vendas líquidas realizadas no trimestre, R$ 195 milhões se referem à venda de estoque pronto (6%), R$ 1,423 bilhão à venda de estoque em construção (43%) e R$ 1,712 bilhão à venda de lançamentos (51%). Dessa forma, a Cyrela atingiu uma velocidade de vendas (VSO) de lançamentos de 38% no trimestre.
Das vendas líquidas realizadas no trimestre, R$ 182 milhões se referem à venda de estoque pronto (8%), R$ 1,003 bilhão à venda de estoque em construção (42%) e R$ 1,183 bilhão à venda de lançamentos (50%).
A companhia lançou 21 empreendimentos no trimestre totalizando um volume de R$ 4,531 bilhões, 33% inferior ao realizado no 4T24 (R$ 6,737 bilhões) e 10% abaixo do 3T25 (R$ 5,050 bilhões). As permutas nos lançamentos foram R$ 180 milhões no 4T25 frente a R$ 126 milhões no 4T24 e R$ 126 milhões no 3T25. A participação da companhia nos lançamentos do trimestre atingiu 76%, acima do 4T24 (74%) e superior ao 3T25 (69%). Do VGV lançado no trimestre, 85% serão reconhecidos via consolidação e 15% via método de equivalência patrimonial. No ano, o VGV de lançamentos atingiu R$ 18,570 bilhões, sendo 43% maior que 2024.
Ao se excluir as permutas, e tomando como base apenas o %CBR, o volume lançado no 4T25 foi de R$ 3,312 bilhões, 32% inferior ao mesmo período do ano anterior (R$ 4,875 bilhões no 4T24) e 3% abaixo do 3T25 (R$ 3,411 bilhões). No ano, os lançamentos foram de R$ 12,971 bilhões comparados a R$ 9,586 bilhões em 2024.
Os resultados operacionais apresentados estão sujeitos à revisão da auditoria.
A Cyrela divulga os resultados do 4T25 no dia 19 de março.
Lavvi (LAVV3) divulga a prévia operacional do 4T25
A Lavvi (LAVV3) apresentou a prévia operacional do quarto trimestre de 2025 (4T25).
As vendas líquidas contratadas no 4T25 totalizaram R$1,4 bilhão na visão total, alta de 4% na comparação com o mesmo trimestre de 2024 (4T24), dos quais 85% são da marca Lavvi e 15%, da Novvo. No ano de 2025, foram R$ 3,1 bilhões em vendas, 15% inferior a 2024.
Excluindo as permutas e as comissões, as vendas líquidas %Co totalizaram R$ 719 milhões no trimestre, sendo R$ 543 milhões via Lavvi e R$ 176 milhões via Novvo. No ano, as vendas atingiram R$ 1,9 bilhão, nos mesmos parâmetros
A companhia reportou queima de caixa de R$ 40 milhões no trimestre ou geração de R$ 58 milhões na visão ex-terrenos. Em 2025, a queima foi de R$ 114 milhões de caixa (ou geração de R$ 377 milhões na visão ex-terrenos).
No 4T25 a construtora realizou 4 lançamentos, totalizando R$ 1,8 bilhão na visão 100%. Foram dois lançamentos de alto padrão e dois destinados ao segmento econômico, sendo que um deles é a 2ª fase do Novvo Vila Prudente. Deste total, 61% será consolidado e 39% será reconhecido via Equivalência Patrimonial.
A Lavvi vai divulgar o resultado do 4T25 no dia 11 de março.
Direcional (DIRR3): prévia operacional do 4T25
A Direcional (DIRR3) divulgou a prévia operacional do quarto trimestre (4T25).
As vendas brutas atingiram R$ 1,8 bilhão no trimestre (R$ 1,5 bilhão % Direcional), totalizando R$ 7,1 bilhões no exercício de 2025 (R$ 5,9 bilhões % Direcional), o maior patamar anual já registrado pelo Grupo Direcional.
As vendas líquidas somaram R$ 1,5 bilhão no 4T25 (R$ 1,3 bilhão % companhia) e alcançaram R$ 6,2 bilhões em 2025 (R$ 5,1 bilhões % companhia), representando um volume 3% acima do que havia sido registrado em 2024.
Considerando a participação da Direcional no VGV líquido contratado, o crescimento anual foi de 8%.
Em 2025, o mix de vendas mostrou uma representatividade de 56% dos produtos Direcional e de 44% dos produtos Riva. Cabe enfatizar o crescimento de 15% das vendas líquidas da Riva em relação a 2024, marcando o melhor desempenho anual da história da subsidiária de médio padrão.
Ao longo do 4º trimestre de 2025, o Grupo Direcional lançou um Valor Geral de Vendas (VGV) de R$ 1,9 bilhão (R$ 1,7 bilhão% companhia), volume 4%acima do observado no 4T24. Considerando o mix de produtos lançados no trimestre, a participação da companhia foi de 88%.
Com isso, levando em conta o volume lançado no % companhia, o crescimento foi de 20% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior. No ano de 2025, os lançamentos totalizaram R$ 6,9 bilhões (R$ 5,9 bilhões % Direcional), resultando em um crescimento de 25% quando comparado ao ano de 2024. Ao se considerar a participação da Direcional nos projetos, o incremento foi ainda maior, atingindo 29% ano contra ano.
A Direcional vai divulgar os resultados do 4T25 no dia 9 de março.
Even (EVEN3) divulga prévia operacional do 4T25
A Even (EVEN3) divulgou a prévia operacional do quarto trimestre (4T25). No período a companhia reportou vendas de R$ 523 milhões, considerando apenas a sua participação nos empreendimentos, crescimento de 41,7% na comparação com o mesmo trimestre de 2024 (4T24).
A construtora teve R$ 61 milhões em vendas referentes a lançamentos do período, enquanto as vendas de estoques alcançaram R$ 462 milhões. No trimestre, foram lançados três projetos, com valor geral de vendas de R$ 351 milhões, referentes à participação da Even nos empreendimentos.
A Even atua há mais de 40 anos no setor imobiliário e é uma das maiores incorporadoras e construtoras da região metropolitana de São Paulo.
Petrobras supera metas de produção de 2025
A Petrobras (PETR3, PETR4) informou que, em 2025, sua produção de óleo alcançou 2,40 milhões de barris de óleo por dia (bpd), ultrapassando em 0,5 p.p o limite superior da meta (+4%) estabelecida em seu Plano de Negócios 2025-2029. Esse resultado representa um crescimento de 11% em relação à produção de 2024.
A produção total de óleo e gás natural superou em 2,8 p.p. o limite superior da meta (+4%), alcançando 2,99 milhões de barris de óleo equivalente por dia (boed), representando um aumento de 11% em relação à produção de 2024.
A produção comercial de óleo e gás natural alcançou 2,62 milhões de boed, superando em 0,9 p.p. o limite superior da meta (+4%) projetada.
Além de superar os guidances estabelecidos, as marcas de produção de óleo, produção comercial e produção total superaram recordes anuais históricos registrados ao longo de uma trajetória de mais de 70 anos.
A companhia também estabeleceu no pré-sal novos recordes anuais de produção total própria de 2,45 milhões de boed e operada de 3,70 milhões de boed.O volume de produção no pré-sal representa 82% da produção total da Petrobras.
Em 2025, entraram em operação duas novas plataformas no pré-sal da Bacia de Santos: o FPSO Almirante Tamandaré localizado no campo de Búzios, e o FPSO Alexandre de Gusmão, no campo de Mero.
O FPSO Marechal Duque de Caxias, em Mero, alcançou o topo de produção e o FPSO Almirante Tamandaré atingiu recorde de produção, chegando a uma produção média de cerca de 240 mil bpd nos meses de novembro e dezembro, tornando-se a plataforma de maior produção do Brasil. Além disso, seguiu-se o ramp-up dos FPSOs Maria Quitéria, no campo de Jubarte, Anita Garibaldi e Anna Nery, nos campos de Marlim e Voador.
“O aumento significativo de eficiência operacional de todas as unidades operacionais foi fundamental para a superação das metas de produção”, afirmou a petroleira estatal.
Outro destaque do ano foi o atingimento de 1 milhão de barris de óleo por dia de produção operada, no campo de Búzios, com apenas 6 plataformas, o que demonstra a grande produtividade dos poços deste campo.
A sétima plataforma, P-78, que entrou em operação em 31 de dezembro, contribuirá para a continuidade da trajetória de crescimento da produção, destacou a companhia.
Fabio Mader assume como novo diretor-presidente da CVC, substituindo Fabio Godinho
O conselho de administração da CVC (CVCB3) deliberou sobre a sucessão na posição de diretor presidente da companhia, encerrando o ciclo de Fabio Martinelli Godinho no referido cargo.
O conselho aprovou a eleição de Fabio Mader como novo presidente, com mandato até a primeira reunião do colegiado realizada após a assembleia geral ordinária que deliberar sobre as demonstrações financeiras referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2025. Fabio Mader deixou o cargo de vice-presidente de produtos e revenue management que ocupava até então.
Fabio tem mais de 20 anos de experiência no setor de turismo, com uma trajetória sólida dentro da própria CVC Corp. Ao longo de três passagens pela companhia, que somam quase 15 anos de atuação, liderou áreas estratégicas como produtos, revenue management e operações internacionais, incluindo a condução dos negócios na Argentina durante a pandemia.
Nos últimos anos, esteve diretamente à frente de agendas centrais da transformação da CVC, o que o credenciou “naturalmente” para assumir a presidência, destacou a CVC em um fato relevante enviado ao mercado.
Com essa transição, a CVC Corp ressaltou que dá início a um novo ciclo estratégico de expansão.
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