Ibovespa futuro, dólar e notícias corporativas

Ibovespa futuro

O Ibovespa futuro (INDG26 contrato com vencimento para 18 de fevereiro/26) abriu em alta nesta segunda-feira, 9. Às 9h37 subia 0,81% aos 184.880 pontos. Embora considerado um indicador de como poderá se comportar o mercado, esse índice nem sempre antecipa as informações que vão condicionar o pregão a partir das 10h.

Dólar

Às 9h34 o dólar comercial tinha baixa de 0,31% a R$ 5,204 na venda.

Petróleo e minério

Às 9h10 o preço do barril de petróleo Brent tinha alta 0,44% (US$ 68,3). O Brent é referência para a Petrobras.

Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em queda de 0,46% a 761,5 iuanes (US$ 109,74). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas.

Futuros de ações em Nova York

Às 9h12 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em queda de 0,14% e o S&P 500 futuro com desvalorização de 0,29%. Nasdaq futuro caía 0,56%.

Notícias corporativas

Raízen (RAIZ4) inicia contratação de assessores para auxiliar no diagnóstico de opções de fortalecimento da posição de liquidez e otimização da estrutura de capital 

A Raízen (RAIZ4) divulgou nesta segunda-feira, 9, que iniciou o processo de contratação de assessores financeiros e legais para auxiliar na elaboração de um diagnóstico de opções estratégicas voltadas ao fortalecimento de sua posição de liquidez, à otimização de sua estrutura de capital e à sua interação com o mercado. 

“Os trabalhos possuem caráter preliminar e exploratório e não implicam, até o momento, na celebração de compromisso vinculante relacionado a eventual transação ou operação específica, a ser oportunamente considerada e deliberada pelos órgãos competentes da companhia”, explicou a Raízen em um fato relevante enviado ao mercado. 

A companhia reforçou o seu compromisso com a continuidade regular de suas atividades, reconhecendo a relação com seus clientes, fornecedores e parceiros de negócios como essenciais para a sua operação. 

Na noite de sexta-feira, 6, a Raízen divulgou que seus controladores seguem avaliando, de forma prioritária, alternativas para a redução da alavancagem e o equacionamento da estrutura de capital. 

“Tais avaliações podem abranger a análise preliminar de diferentes transações e estruturas”, afirmou a Raízen no comunicado de sexta-feira. 

A agência Bloomberg reportou na semana que investidores se desfizeram de títulos da Raízen em meio à crescente preocupação de que seus dois principais acionistas, Cosan (CSAN3) e Shell, não cobrirão um déficit de quase US$ 4 bilhões.

Ainda de acordo com a agência, em reuniões realizadas para tratar das crescentes pressões financeiras sobre a empresa, a Raízen e seus consultores discutiram possíveis cenários, incluindo um haircut na dívida em uma reestruturação. A cisão de parte dos negócios, uma oferta de ações e uma injeção de capital também foram debatidas, informou a Bloomberg.

BTG Pactual reporta lucro ajustado de R$ 4,59 bilhões no 4T25

O ‍BTG Pactual (BPAC11) divulgou nesta segunda-feira, 9, ‍que teve lucro líquido ajustado de R$ 4,597 bilhões no quarto trimestre de 2025 (4T25), alta de 40,3% em relação ao mesmo trimestre de 2024 (4T24) e leve crescimento de 1,1% em relação ao terceiro trimestre de 2025 (3T25).

O retorno sobre patrimônio (ROAE) ​foi ‌de 27,6% no 4T25, ‍em comparação com 23% um ano antes.

No acumulado de 2025, a instituição financeira reportou lucro líquido ajustado de R$ 16,68 bilhões, alta de 35% em relação ao ano de 2024.

O retorno sobre o patrimônio líquido médio (ROAE) chegou a 27,6% no 4T25. No 4T24 foi de 23%.

A receita total no 4T24 atingiu R$ 9,09 bilhões, alta de 35,3% na comparação anual e de 3,2% frente ao trimestre anterior.

O Investment Banking manteve o ritmo positivo, com receitas de R$ 692,4 milhões, alta de 36% na base anual, sustentadas principalmente pelo bom desempenho no mercado de dívidas (DCM), operações de fusões e aquisições (M&A) e resultados positivos também no mercado de ações (ECM).

Na área de Corporate Lending & Business Banking o BTG chegou ao recorde de R$ 2,23 bilhões, alta de 22% na base anual.

“Os resultados de 2025 reforçam nossa execução disciplinada, focada em nossos clientes e com desempenho recorde em todas as linhas de negócio”, afirmou o banco no release de resultados.

Pine (PINE) avalia oferta pública de distribuição primária de ações de, inicialmente, R$ 275 milhões

O Banco Pine (PINE4) se manifestou nesta segunda-feira, 9, sobre a notícia veiculada no Valor Econômico sob o título “Exclusivo: Banco Pine estrutura oferta de ações, dizem fontes”. O Banco destacou que monitora continuamente as condições do mercado de capitais, incluindo a liquidez de suas ações, como parte de sua gestão financeira e de capital.

Nesse contexto, a companhia avalia de forma recorrente alternativas que possam contribuir para o fortalecimento de sua base acionária e para a ampliação da liquidez de seus papéis, e engajou o Itaú BBA Assessoria Financeira e o BTG Pactual Investment Banking para assessoria na avaliação de possíveis alternativas, as quais podem incluir a realização de uma oferta pública subsequente de distribuição primária de ações de, inicialmente, R$ 275 milhões, podendo ser acrescida de lote adicional de ações.

O Banco Pine esclareceu que, caso a potencial oferta seja implementada, será outorgado direito de prioridade aos acionistas da companhia para subscrição das ações por meio de oferta prioritária para acionistas, cujo procedimento para participação será objeto de nova comunicação ao mercado.

Nesse sentido, o acionista controlador da companhia, caso a potencial oferta seja implementada, poderá subscrever e integralizar ações na oferta, ao preço por ação que venha a ser fixado conforme o procedimento de coleta de intenções de investimento realizado nos termos da legislação e regulamentação aplicáveis, em até 20% da oferta base, no âmbito da oferta prioritária para acionistas.

O Banco Pine reportou nesta segunda-feira, 9, que teve no quarto trimestre de 2025 (4T25) lucro líquido de R$ 183,5 milhões, alta de 173,5% em relação ao mesmo trimestre de 2024 (4T24). O lucro recorrente somou R$ 119,5, alta de 78,1% em relação ao 4T24.

O lucro líquido recorrente atingiu R$ 379,6 milhões no acumulado de 2025, um crescimento de 47% em relação a 2024.

O ROAE (Retorno sobre Patrimônio Médio) foi de 54,8%, crescimento de 32,6 p.p em relação ao 4T24.

JBS investe US$ 150 milhões em hub multiproteína no Oriente Médio

A JBS (B3: JBSS32; NY: JBS) celebrou contrato (Share Purchase Agreement – SPA) com a Oman Food Investment Holding Company (OFC) tendo por objeto a constituição de uma Joint Venture por meio de uma sociedade com sede na Holanda (JV), que deterá 100% dos negócios atualmente operados em Omã pelas companhias A’Namaa Poultry, responsável por um projeto integrado de produção e processamento de carne de frango, e Al Bashayer Meat Company, dedicada ao confinamento e processamento de carne bovina e ovina. A informação foi divulgada no domingo, 8, em um fato relevante.

A JV terá por objetivo estabelecer um hub de produção de proteínas em Omã, que assegure a segurança alimentar da população em conformidade com a Vision 2040 do Sultanato de Omã e posicione o país como centro de produção de produtos halal aptos à exportação para diversos mercados.

A JBS realizará um investimento de 150 milhões de dólares em equity na JV, passando a deter 80% de suas ações, enquanto o OFC deterá os 20% remanescentes.

“Esse investimento implica um valor da firma antes do aporte (Enterprise Value pre-money) de 167,5 milhões de dólares para a JV.

Os recursos aportados serão destinados, principalmente, à finalização da planta integrada de frango da A’Namaa, localizada na região de Ibri, no norte de Omã, distante aproximadamente 380 quilômetros ao oeste de Muscate (capital do país) e 280 quilômetros ao sul de Dubai — Emirados Árabes Unidos; e da planta de processamento de carne bovina e ovina da Al Bashayer, localizada em Thumrait, no sul de Omã.

Com isso, a JBS estima que a operação alcance capacidade industrial estática de produção de aproximadamente 300 mil toneladas por ano. Essa capacidade corresponde ao processamento diário de aproximadamente 1.000 cabeças de gado, 5.000 de cordeiros e 600.000 de frangos. A produção deve começar em até seis meses para carne bovina e ovina e em até 12 meses para aves.

Oncoclínicas (ONCO3) diz que desconhece informações de que IG4 negocia fatia do Goldman Sachs

A Oncoclínicas (ONCO3) divulgou no fim de semana que desconhece as informações divulgadas em uma matéria do site Pipeline, do Valor Econômico, intitulada “IG4 negocia fatia do Goldman Sachs na Oncoclínicas”.

O Pipeline reportou que a gestora IG4 negocia a aquisição da posição do Goldman Sachs na Oncoclínicas. O Goldman tem 21,17% da Oncoclínicas.

“Até a presente data, a companhia não recebeu comunicação formal por parte de quaisquer acionistas a respeito de eventual transação nos termos reportados na notícia, tampouco foi procurada para tratar de quaisquer elementos relacionados ao tema, razão pela qual não possui informações adicionais que permitam confirmar, comentar ou detalhar o conteúdo da notícia”, afirmou a Oncoclínicas em um comunicado onde presta esclarecimentos à Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

A companhia informou ainda que inquiriu os membros de seu conselho de administração acerca de eventual conhecimento sobre os fatos e tratativas mencionados na matéria do site. Segundo a Oncoclínicas, foi confirmado por esses conselheiros que “não possuem conhecimento a respeito do assunto”.

BlackRock eleva participação na Copel (CPLE3)

A gestora norte-americana BlackRock, uma das maiores do mundo, elevou participação na Copel (CPLE3), conforme informado pela companhia brasileira na sexta-feira, 6.

A BlackRock, em nome de alguns de seus clientes, na qualidade de administrador de investimentos, adquiriu ações ordinárias emitidas pela Copel, sendo que, em 3 de fevereiro de 2026, suas participações, de forma agregada, passaram a ser 148.301.789 ações ordinárias e 1.458.171 American Depositary Receipts (ADRs), representativos de 5.832.685 ações ordinárias de emissão da companhia, totalizando 154.134.474 ações ordinárias de emissão da Copel, representando 5,167% do total de ações ordinárias; além de 690.443 instrumentos financeiros derivativos referenciados em ações ordinárias com liquidação financeira, representando aproximadamente 0,023% do total de ações ordinárias.

“O objetivo das participações societárias acima mencionadas é estritamente de investimento, não objetivando alteração do controle acionário ou da estrutura administrativa da companhia”, afirmou a BlackRock.

Raízen (RAIZ4): controladores seguem avaliando alternativas para a redução da alavancagem 

A Raízen (RAIZ4) divulgou neste fim de semana que seus controladores seguem avaliando, de forma prioritária, alternativas para a redução da alavancagem e o equacionamento da estrutura de capital.

“Tais avaliações podem abranger a análise preliminar de diferentes transações e estruturas”, afirmou a Raízen em um comunicado, destacando que, até a presente data, não há decisão tomada ou compromisso vinculante celebrado pela companhia ou por seus acionistas controladores em relação a nenhuma dessas alternativas.

A agência Bloomberg reportou na semana passada que investidores se desfizeram de títulos da Raízen em meio à crescente preocupação de que seus dois principais acionistas, Cosan (CSAN3) e Shell, não cobrirão um déficit de quase US$ 4 bilhões.

Ainda de acordo com a agência, em reuniões realizadas para tratar das crescentes pressões financeiras sobre a empresa, a Raízen e seus consultores discutiram possíveis cenários, incluindo um haircut na dívida em uma reestruturação. A cisão de parte dos negócios, uma oferta de ações e uma injeção de capital também foram debatidas, informou a Bloomberg.

Guararapes (RIAA3) avalia realização de oferta pública de distribuição de ações

A Guararapes (RIAA3), dona da Riachuelo, emitiu um fato relevante na noite de sexta-feira, 6, onde informa que estuda alternativas de captação que inclui a realização oferta pública de distribuição de ações.

“Como parte de sua estratégia corporativa, está atenta a oportunidades e avalia, de forma contínua e permanente, potenciais alternativas de captação que possam contribuir para otimização da sua estrutura de capital, bem como para enquadramento do percentual mínimo de ações em circulação, nos termos do regulamento do segmento do Novo Mercado da B3 S.A. – Brasil, Bolsa, Balcão, o que inclui a realização de potencial oferta pública de distribuição de ações ordinárias de sua emissão”, afirmou a companhia.

A Guararapes destacou que nenhuma decisão definitiva foi tomada a respeito da realização da potencial oferta pública, tampouco contratados assessores financeiros.

Ibama aplica multa de R$ 2,5 milhões à Petrobras por vazamento de fluido na Foz do Amazonas

O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) multou a Petrobras em R$ 2,5 milhões devido ao descarte de 18,44 m³ de fluido de perfuração na Bacia da Foz do Amazonas. O caso ocorreu em 4 de janeiro.

Em nota divulgada em 6 de janeiro a petroleira estatal afirmou que “foi identificada perda de fluido de perfuração em duas linhas auxiliares que conectam a sonda de perfuração ao poço Morpho”, na Margem Equatorial Brasileira.

Segundo a companhia, “a perda do fluido de perfuração foi imediatamente contida e isolada”.

A Petrobras assegurou que “adotou todas as medidas de controle e notificou os órgãos competentes. O fluido utilizado atende aos limites de toxicidade permitidos e é biodegradável, portanto não há dano ao meio ambiente ou às pessoas.”

O fluido de perfuração é usado para limpar e lubrificar a broca durante a perfuração de poços de petróleo e gás. A substância mistura água, argila e produtos químicos. O composto ajuda a controlar a pressão do poço e prevenir o colapso das paredes.

Apesar da multa, a atividade foi retomada no local nesta semana após autorização da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

O Poço Morpho está localizado em bloco exploratório (FZA-M-059) a cerca de 175 quilômetros da costa do Amapá e a 500 km da foz do Rio Amazonas.

Espaçolaser (ESPA3) altera programa de recompra de ações

A MPM Corpóreos – Espaçolaser (ESPA3) divulgou que seu conselho de administração aprovou a alteração do programa de recompra de ações. A quantidade máxima de ações que podem ser adquiridas no âmbito do referido programa passou a ser de até 10 milhões de ações. O atual programa foi aprovado em dezembro de 2024.

Axia Energia (AXIA3): conselho aprova emissão de debêntures simples

A Axia Energia (AXIA3) informou que seu conselho de administração aprovou a captação de debêntures simples, não conversíveis em ações, em até 3 séries, no montante de R$ 1,6 bilhão, com possibilidade de lote adicional de até 25% do volume da emissão, conforme o resultado do procedimento de bookbuilding, podendo o volume total da operação chegar a R$ 2 bilhões, por meio da sua 8ª emissão.

Brava (BRAV3) informa sobre renúncia no Comitê de Auditoria Estatutário

A Brava Energia (BRAV3) informou que Ricardo Fraga Lima renunciou ao cargo de membro do Comitê de Auditoria Estatutário da Companhia. Em decorrência da renúncia mencionada acima, o Comitê passa a ser formado pelos seguintes membros: Mateus Tessler Rocha, Harley Lorentz Scardoelli e André Marcelo da Silva Prado, todos com mandato unificado de dois anos, contados a partir de 1º de agosto de 2024 e coincidentes com os mandatos dos membros do conselho de administração.

A Brava vai divulgar os resultados do quarto trimestre (4T25) em 11 de março.

C&A (CEAB3) contrata KPMG para prestação dos serviços de auditoria independente 

A C&A (CEAB3) divulgou que seu conselho de administração aprovou a contratação da KPMG Auditores Independentes para a prestação dos serviços de auditoria independente a partir do exercício social de 2026, em substituição ao atual auditor independente da companhia, a Ernst & Young Auditores, que permanecerá responsável pela auditoria das demonstrações financeiras relativas ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2025, tendo manifestado formalmente sua anuência à substituição.

A C&A afirmou que a substituição decorre de procedimentos competitivos, com avaliação de critérios técnicos, de independência e comerciais, observadas as diretrizes da política de contratação de auditor externo.

Os trabalhos da KPMG como novo auditor independente terão início a partir da revisão das informações financeiras trimestrais relativas ao primeiro trimestre de 2026 (ITR 1T26).

Azul anuncia o fechamento da oferta de títulos de dívida 

A Azul (AZUL53) informou na noite de sexta-feira, 6, que sua subsidiária Azul Secured Finance LLP concluiu a oferta privada no exterior de US$ 1,375 bilhão de títulos de dívida seniores com garantia prioritária, com remuneração de 9,875% e vencimento em 2031.

A oferta teve por finalidade proporcionar o financiamento de saída (exit financing) no contexto do plano de reestruturação da companhia aprovado no Chapter 11 do United States Bankruptcy Code (recuperação judicial).

A Azul destacou que segue conduzindo a implementação das etapas previstas no Plano do Chapter 11 com foco, disciplina e alinhamento às diretrizes já estabelecidas, avançando conforme o cronograma previsto e mantendo consistência na execução das iniciativas em curso.

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