Mercados nesta quarta, notícia da Sanepar, provento do Magalu, Localiza e da Allos e outros destaques
Bolsas, petróleo e bitcoin (7h55)
Os preços do petróleo caem nesta quarta-feira, 25, após o Irã dizer que navios “não hostis” podem transitar pelo Estreito de Ormuz. As Bolsas na Ásia fecharam em alta e os futuros em Nova York operam com ganhos.
Alemanha (DAX): +1,46%
Londres (FTSE 100): +1,17%
Japão (Nikkei 225): +2,82% (pregão encerrado)
China (Xangai Comp.): +1,30% (pregão encerrado)
Hong Kong (Hang Seng): +1,09% (pregão encerrado)
Petróleo Brent: -5,45% (US$ 94,6). O Brent é referência para a Petrobras.
Petróleo WTI: -5,38% (US$ 87,1)
Bitcoin futuro: +2,25% (US$ 71.892)
Ouro (contrato para fev/26 – onça-troy): +3,53% (US$ 4.590)
Minério de ferro em Dalian (7h54 – hora de Brasília)
Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em queda de 1,83% a 806,5 iuanes (US$ 117,01). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas.
Futuros de ações em Nova York
Às 7h54 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em alta de 0,84% e o S&P 500 futuro com valorização de 0,80%. Nasdaq futuro subia 0,96%.
Notícias corporativas
Sanepar: diretoria executiva aprova adoção de medidas administrativas e judiciais contra a Agepar
A Sanepar (SAPR4, SAPR11) informou após o fechamento do mercado na terça-feira, 24, que sua diretoria executiva firmou posicionamento contrário à proposta da Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados do Paraná (Agepar).
Na segunda-feira, 23, a Agepar propôs que os R$ 3,94 bilhões recebidos pela Sanepar via precatório sejam integralmente destinados aos usuários, uma mudança relevante na lógica regulatória anteriormente prevista, que considerava compartilhamento de ganhos com a companhia de saneamento do Paraná. Por causa disso, as ações preferenciais da Sanepar fecharam em forte queda de 6,29% nesta terça. As units encerraram em baixa de 6,56%.
Em um comunicado ao mercado na noite desta terça-feira a Sanepar afirma que, visando preservar os interesses da companhia, de seus acionistas e de seus empregados, sua diretoria executiva “avaliou e aprovou a adoção de medidas administrativas e judiciais cabíveis em face da Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados do Paraná – Agepar e dos termos da consulta pública”.
“A diretoria executiva da Sanepar, em reunião extraordinária (Redir) realizada nesta data, firmou posicionamento contrário aos termos lançados pela referida Nota Técnica e, visando preservar os interesses da companhia, de seus acionistas e de seus empregados, avaliou e aprovou a adoção de medidas administrativas e judiciais cabíveis em face da Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados do Paraná – Agepar e dos termos da Consulta Pública”, afirma o comunicado.
A diretoria executiva da Sanepar autorizou o encaminhamento da matéria ao conselho de administração para a devida deliberação das providências a serem tomadas pela companhia, em função da proposta da Agepar.
Para analistas, uma das consequências da proposta da Agência é a redução do potencial de captura de valor pela Sanepar, afetando suas expectativas de retorno e geração de caixa. Também havia a expectativa de que ao menos parte dos ganhos com o precatório ficaria com a Sanepar e seria distribuída a acionistas por meio de provento extraordinário.
A proposta da Agepar será submetida a um processo de consulta pública. A Agência anunciou a abertura de consulta pública, com prazo de 30 dias entre 27 de março de 2026 e 28 de abril de 2026, e de audiência pública a ser realizada no dia 29 de abril de 2026.
Allos (ALOS3) anuncia o pagamento de R$ 438 milhões em dividendo e JCP
O conselho de administração da Allos (ALOS3) aprovou o pagamento de R$ 438 milhões em juros sobre o capital (JCP) e dividendos.
Os JCP são no montante bruto de R$ 146 milhões, correspondente a R$ 0,292479767 por ação. O pagamento será em uma única parcela em 9 de abril de 2026, com data de corte em 27 de março de 2026.
Os dividendos intermediários são no valor total de R$ 292 milhões. Esses dividendos serão pagos em duas parcelas de R$ 0,292479767 por ação cada. A primeira será paga em 5 de maio de 2026 e terá data de corte em 22 de abril de 2026.
A segunda parcela do dividendo será paga em 2 de junho de 2026 e terá data de corte em 19 de maio de 2026.
Eternit (ETER3) anuncia o pagamento de dividendo
O conselho de administração da Eternit (ETER3) aprovou o pagamento de proventos aos acionistas no valor bruto de R$ 10,5 milhões, em dividendos relativos ao exercício de 2025. O valor por ação é R$ 0,17071687. Para ter direito tem que ter ações em 30 de março. A partir de 31 de março as ações serão negociadas ex-dividendo. O pagamento será em duas parcelas: a primeira em 22/06/2026 e a outra em 18/09/2026.
Track&Field (TFCO4) anuncia pagamento de juros sobre o capital
O conselho de administração da Track&Field (TFCO4) aprovou o pagamento aos acionistas de juros sobre o capital próprio no valor bruto de R$ 12,8 milhões. O pagamento ocorrerá em 31 de maio de 2027. Terão direito ao pagamento acionistas titulares de ações da companhia em 27 de março de 2026 (inclusive), sendo que as ações, a partir de 30 de março serão negociadas “ex-JCP”. O valor bruto por ação é R$ 0,00845014796 por ação ordinária e R$ 0,08450147956 por ação preferencial.
Dividendo do Magazine Luiza (MGLU3): conselho aprova submeter à assembleia proposta de distribuição de proventos intermediários
O conselho de administração do Magazine Luiza (MGLU3) aprovou submeter à assembleia convocada para o dia 23 de abril de 2026, a proposta de pagamento de R$ 42,8 milhões em dividendos intermediários. Esse valor corresponde a R$ 0,05533121616 por ação ordinária.
A informação consta na ata da reunião do conselho. Caso a declaração de dividendos intermediários proposta seja aprovada pelos acionistas, os dividendos serão pagos em até 30 dias, aos titulares de ações de emissão da varejista, com base na posição acionária do dia 24 de abril de 2026. As ações de emissão do Magazine Luiza passarão a ser negociadas ex-dividendos na B3 a partir de 27 de abril de 2026, inclusive.
Localiza anuncia o pagamento de R$ 571,7 milhões em JCP
O conselho de administração da Localiza (RENT3) aprovou nesta terça-feira, 24, o pagamento aos acionistas de juros sobre o capital próprio no valor bruto de R$ 571,7 milhões. O pagamento ocorrerá no dia 22 de maio de 2026. Terão ao pagamento os acionistas constantes da posição acionária da companhia em 27 de março de 2026, sendo que as ações, a partir de 30 de março 2026, serão negociadas na bolsa de valores “ex” esses juros sobre capital próprio. O valor bruto por ação dos juros sobre capital próprio a ser pago é equivalente a R$ 0,522127416. O valor por ação poderá ser modificado em razão da alienação de ações em tesouraria para atender ao exercício de opções de compra de ações outorgadas com base nos Planos de Opção de Compra de Ações da companhia e/ou por eventual aquisição de ações dentro do Plano de Recompra de Ações.
Oncoclínicas: Mak Capital manifesta interesse em realizar aporte de aproximadamente R$ 500 milhões
A Oncoclínicas (ONCO3) recebeu notificação do acionista Mak Capital Fund, detentor de ações representativas de, aproximadamente, 6,305% do capital social da companhia. A Mak manifestou interesse em realizar aporte de aproximadamente R$ 500 milhões condicionado a convocação de uma assembleia geral extraordinária da Oncoclínicas para deliberar sobre: informação e discussão sobre a situação econômico-financeira da companhia, incluindo, sem limitação, as medidas adotadas ou em curso para repactuação de vencimentos e proteção da operação; destituição dos membros do conselho de administração; fixação do número de membros para compor o conselho de administração durante o mandato em curso; eleição dos membros do conselho de administração e aprovação da qualificação dos membros independentes; e indicação do presidente e vice-presidente do conselho de administração.
A Oncoclínicas destacou que, conforme fato relevante publicado no dia 15 de março de 2026, se comprometeu a negociar transações societárias exclusivamente com a Porto Seguro por um período de 30 dias.
“A diretoria da companhia e o conselho de administração tomarão as providências necessárias para a análise da regularidade da referida solicitação”, afirmou a Oncoclínicas.
BlackRock reduz participação na Metalúrgica Gerdau
A gestora americana BlackRock, uma das maiores do mundo, reduziu participação na Metalúrgica Gerdau (GOAU4).
A BlackRock, em nome de alguns de seus clientes, na qualidade de administrador de investimentos, alienou ações preferenciais emitidas pela Metalúrgica Gerdau, sendo que, em 20 de março de 2026, suas participações, de forma agregada, passaram a ser de 39.960.174 ações preferenciais, representando aproximadamente 4,768% do total de ações preferenciais emitidas pela companhia e 1.037.771 instrumentos financeiros derivativos referenciados em ações preferenciais com liquidação financeira, representando aproximadamente 0,524% do total de ações preferenciais.
“O objetivo das participações societárias acima mencionadas é estritamente de investimento, não objetivando alteração do controle acionário ou da estrutura administrativa da companhia”, afirmou a BlackRock.
Boa Safra (SOJA3) reporta prejuízo no 4T25
A Boa Safra (SOJA3) teve no quarto trimestre de 2025 (4T25) prejuízo líquido de R$ 8,41 milhões.
Segundo a companhia, o resultado foi influenciado pelos maiores custos de grãos, despesas operacionais e financeiros no final do ciclo. Associado pela deterioração do preço médio de venda no 4T25.
Dessa forma a companhia reverte o lucro líquido de R$ 80,2 milhões do quarto trimestre de 2024 (4T24).
No acumulado de 2025 reportou lucro de R$ 101,1 milhões, queda de 37% em relação ao ano de 2024.
No conceito ajustado, a Boa Safra teve no quarto trimestre de 2025 prejuízo de R$ 21,3 milhões. No 4T24 teve lucro ajustado de R$ 60 milhões.
No 4T25 o Ebitda ajustado da companhia foi de R$ 58,5 milhões, queda de 55% em relação ao 4T24.
Já a receita operacional líquida somou R$ 1,23 bilhão, alta de 29% na base anual de comparação.
O time de analistas do Bradesco BBI rebaixou de “compra” para “neutro” a recomendação para a Boa Safra. A equipe cortou o preço-alvo da ação de R$ 14 para R$ 9 (fim de 2026).
O banco cita a queda expressiva no retorno sobre o capital investido (ROIC) e o um cenário de crescimento mais limitado.
A variação do ROIC chegou a sair de 26,4% em 2023 para uma estimativa de 7,8% em 2025.
A avaliação do BBI é que a lucratividade da Boa Safra também caiu, com o Ebitda por big bag recuando 55% em relação ao pico de 2022.
O time de analistas observa que a capacidade de geração de lucros da companhia ainda pode se recuperar, destacando que, para isso, seria necessário absorver o ciclo anterior de crescimento. No entanto, para a equipe do BBI ainda não há visibilidade de que esse ponto de inflexão esteja próximo.
Vale informa sobre o VBM Day
A mineradora Vale (VALE3) informou que sua subsidiária, Vale Base Metals, promoverá um evento com participantes do mercado de capitais, o VBM Day, em Toronto, no Canadá, no dia 31 de março de 2026. O evento será transmitido ao vivo por vídeo webcast em inglês, a partir das 10h00, horário de Brasília, 9h00, horário de Nova Iorque, e 13h00, horário de Londres. Mais informações sobre o link para acesso à webcast estarão disponíveis no website da Vale (www.vale.com) na seção Investidores, e no website da VBM (www.valebasemetals.com), a partir do dia 30 de março de 2026.
Vitru (VTRU3) avalia oferta pública subsequente de distribuição primária de ações
A Vitru Educação (VTRU3) está avaliando a possibilidade de realizar uma oferta pública subsequente de distribuição primária de ações ordinárias de sua emissão, a ser realizada no Brasil, destinada exclusivamente a investidores profissionais, e com esforços restritos de colocação no exterior. A informação foi divulgada na noite de terça-feira, 24.
A companhia engajou o BTG Pactual Investment Banking, o Itaú BBA Assessoria Financeira e o Banco Bradesco BBI, assim como os respectivos agentes de colocação internacional dessas instituições, para a prestação de serviços de assessoria financeira, incluindo trabalhos preparatórios para a definição da viabilidade e dos termos da potencial oferta. A Vitru esclareceu que, caso a oferta seja implementada, será outorgado direito de prioridade aos acionistas da companhia para subscrição das ações objeto da oferta.
A companhia estima que a potencial oferta seja no montante de, inicialmente, R$ 200 milhões, mas ressalta que, nesta data, não há qualquer decisão formal acerca da efetiva realização da operação.
OranjeBTC (OBTC3) aprova estabelecimento de um programa de ADRs
O conselho de administração da OranjeBTC (OBTC3) aprovou o estabelecimento de um programa de American Depositary Receipts (ADR Nível I) da companhia. O programa de ADR Nível I tem por objetivo viabilizar a negociação indireta de ações de emissão da OranjeBTC em mercados internacionais, ampliando o acesso de investidores estrangeiros (público presente na base acionária da companhia desde sua constituição), e contribuindo para o desenvolvimento de sua base acionária e liquidez.
Os ADRs serão lastreados em ações ordinárias de emissão da OranjeBTC, depositadas junto à instituição depositária contratada, The Bank of New York Mellon (BNYM), nos termos da regulamentação aplicável.
“A implementação do programa estará sujeita à conclusão das etapas operacionais e regulatórias pertinentes, incluindo a celebração dos contratos aplicáveis e o cumprimento das exigências legais e regulatórias no Brasil e no exterior”, explicou em um comunicado a companhia, que estima concluir a implementação nas próximas semanas.
RD Saúde (RADL3) divulga data de pagamento de frações de ações decorrentes de bonificação
A RD Saúde (RADL3) divulgou que as 34.360.144 novas ações ordinárias emitidas no âmbito do aumento de capital aprovado dezembro de 2025, e atribuídas aos acionistas a título de bonificação, na proporção de 1 ação nova para cada 50 ações de emissão da companhia então existentes, foram devidamente creditadas aos acionistas em 26 de dezembro de 2025.
Decorrido o período para negociação e transferência de frações de ações recebidas pelos acionistas a título de bonificação, as frações remanescentes foram agrupadas em números inteiros, totalizando 14,8 mil ações ordinárias, as quais foram vendidas em leilão realizado na B3 no dia 17 de março de 2026, apurando-se o valor total líquido de R$ 348,1 milhões, equivalente a R$ 23,40652583997 por ação ordinária.
Esses valores serão disponibilizados aos acionistas titulares das frações de ações em 31 de março de 2026, na proporção das frações de ações ordinárias de emissão da companhia a que fizerem jus.
Helbor (HBOR3) reporta queda no lucro líquido no 4T25
A Helbor (HBOR3) teve no quarto trimestre de 2025 (4T25) lucro líquido consolidado de R$ 23,1 milhões, queda de 63% em relação ao mesmo trimestre de 2024 (4T24).
No acumulado de 2025 o lucro líquido somou R$ 92 milhões.
No 4T25, a receita operacional líquida totalizou R$ 311 milhões, representando um aumento de 1,7% em relação ao 4T24 e de 33,7% frente ao 3T25. A variação entre os períodos reflete, principalmente, mudanças no mix de vendas.
No release de resultados a Helbor informou que em reunião de seu conselho de administração realizada nesta terça-feira, 24, foi aprovada uma deliberação complementar de dividendos referente ao exercício de 2025, no valor de R$ 174,3 mil (R$ 0,00131386204 por ação).
Vale lembrar que o conselho aprovou em 30 de dezembro de 2025 a distribuição de dividendos no montante de R$ 2,5 milhões.
O valor total dos dividendos de R$ 2,7 milhões será pago em 29 de maio de 2026.
Divulgam resultado do 4T25 nesta quarta, 25:
Equatorial, Vamos, Cruzeiro do Sul, Ser Educacional, Americanas, Allied, Orizon, Multi, Armac – após o fechamento do mercado.
Tem ‘data com’ nesta quarta, 25:
Telefônica Brasil (VIVT3)
A ‘data com’ para ter direito aos juros sobre o capital da Telefônica Brasil, anunciados em 13 de março, é nesta quarta, 25. A partir de quinta, 26, as ações serão negociadas ex-JCP. O valor líquido por ação é R$ 0,05. O pagamento desse provento será realizado até 30 de abril de 2027, devendo a data ser oportunamente definida pela diretoria da companhia.
Celesc (CLSC3, CLSC4)
A ‘data com’ para ter direito aos juros sobre o capital da Celesc, anunciados em 19 de março, é nesta quarta, 25. A partir de quinta, 26, as ações serão negociadas ex-JCP. A data e a forma de pagamento serão deliberadas oportunamente pelo conselho de administração e/ou pela assembleia geral de acionistas. O pagamento será realizado em duas parcelas: a primeira parcela (50%), no valor de R$ 38.808.545,42, correspondente a R$ 0,94por ação ordinária e R$ 1,04 por ação preferencial, a ser paga até 30 de junho de 2027; e a segunda parcela (50%), no valor de R$ 38.808.545,42, correspondente a R$ 0,94 por ação ordinária e R$ 1,04 por ação preferencial, a ser paga até 30 de dezembro de 2027.
Totvs (TOTS3)
A ‘data com’ para ter direito aos juros sobre o capital da Totvs, anunciado em 20 de março, é nesta quarta, 25. A partir de quinta, 26, as ações serão negociadas ex-JCP. O valor é de R$ 0,18 por ação. Os JCP serão pagos aos acionistas beneficiários no dia 10 de abril de 2026.
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