Mercados nesta quinta, minério, petróleo, notícia do Bmg, Sabesp, Eneva e de outras companhias
Bolsas, petróleo e bitcoin (7h50)
Alemanha (DAX): +1,19%
Londres (FTSE 100): +0,66%
Japão (Nikkei 225): +1,76% (pregão encerrado)
China (Xangai Comp.): +0,14% (pregão encerrado)
Hong Kong (Hang Seng): +0,17% (pregão encerrado)
Petróleo Brent: -0,98% (US$ 64,5). O Brent é referência para a Petrobras.
Petróleo WTI: -1,04% (US$ 59,9)
Bitcoin futuro: -0,28% (US$ 90.110)
Ouro (contrato para fev/26 – onça-troy): -0,16% (US$ 4.829)
Minério de ferro em Dalian (7h44 – hora de Brasília)
Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em alta de 0,06% a 786,5 iuanes (US$ 112,94). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas.
Futuros de ações em Nova York
Às 7h49 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em alta de 0,38% e o S&P 500 futuro com valorização de 0,60%. Nasdaq futuro subia 0,87%.
Notícias corporativas
Sabesp (SBSP3) conclui compra da Emae
A Sabesp (SBSP3) divulgou em um fato relevante na quarta-feira, 21, que concluiu o fechamento da operação de aquisição de 11.009.550 ações ordinárias da Emae (Empresa Metropolitana de Águas e Energia), equivalentes a aproximadamente 74,9% do capital social votante e 29,79% do capital total da companhia.
De acordo com o documento, a operação foi realizada nos termos do contrato de compra e venda firmado com a Vórtx Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários, que atua como agente fiduciário e representa os debenturistas da Primeira Emissão de Debêntures da Phoenix Água e Energia S.A.
A Sabesp pagou à Vórtx um preço por ação ordinária adquirida de R$ 62 totalizando R$ 682,6 milhões.
A companhia informou ainda que, nesta data, não possui a intenção de cancelamento do registro de companhia aberta da Emae dentro do prazo de um ano e nem definição sobre eventual reorganização societária envolvendo a Emae e a Sabesp.
Cemig (CMIG4) compra participação restante na hidrelétrica Pipoca
A Cemig (CMIG4) informou que foi exercido o direito de preferência para a aquisição de 51% das ações da Hidrelétrica Pipoca (PCH Pipoca), localizada no leste do estado de Minas Gerais, detidas pela Serena Geração, subsidiária integral da Serena Energia.
O referido direito de preferência, conforme regulado no acordo de acionistas, decorre da transferência de controle indireto da PCH Pipoca, efetivada em 4 de novembro de 2025.
A eficácia da operação está sujeita ao cumprimento de condições precedentes usuais em operações dessa natureza, tais como anuências do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), todas em andamento.
Atualmente a Cemig GT detém 49% das ações da PCH Pipoca. A aquisição dos 51% restantes integralizará a participação no ativo, com 20 MW de potência instalada e 11,9 MW médios de garantia física.
O valor da operação será de R$ 36,33 milhões e deverá ser reajustado por 100% do CDI desde 15-05-2025 até a data do leilão da Oferta Pública de Aquisição de Ações (OPA) da Serena Energia.
Victor Adler compra 24 mil ações PNB da Braskem
O investidor Victor Adler adquiriu 24 mil ações preferenciais classe B da Braskem, representativas de 5,013% do total de ações preferenciais classe B emitidas pela petroquímica. A informação consta em um comunicado da Braskem divulgado nesta quarta-feira, 21. Victor Adler destacou que o objetivo da aquisição é exclusivamente de investimento. Victor Adler é conhecido por ser um dos maiores investidores da B3.
Eneva (ENEV3) declara comercialidade da acumulação Colinas na Bacia do Parnaíba
A Eneva (ENEV3) apresentou à Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) a declaração de comercialidade da descoberta de colinas, nos blocos PN-T-102A e PN-T-103, na Bacia do Parnaíba.
Foi também solicitado à ANP que a acumulação de Colinas receba a denominação de Gaviãozinho. A referida área de desenvolvimento será denominada “Campo” após a aprovação do plano de desenvolvimento pela ANP.
Gaviãozinho foi a décima terceira área declarada comercial na Bacia do Parnaíba pela Eneva. Ao total, foram adquiridos 877,5 Km de linhas sísmicas 2D e perfurados 7 poços dentro do Ring Fence, sendo o poço descobridor 1 – ENV-44-MA, e demais poços perfurados 1-ENV-41-MA, 3-ENV-53-MA, 4-ENV-55-MA, 3-ENV56A-MA e 3-ENV-59-MA. A estimativa total de gas-in-place (VGIP) de acumulação varia entre 2,23 Bm3 (P90), 3,00 Bm3 (P50) e 3,98 Bm3 (P10). A partir da declaração de comercialidade, a companhia tem até 180 dias para apresentar o plano de desenvolvimento à ANP.
Conselho do Banco Bmg (BMGB4) aprova aumento de capital de até R$ 213,9 milhões
O conselho de administração do Banco Bmg (BMGB4), em reunião realizada na véspera, aprovou um aumento de capital privado, no montante de até R$ 213,9 milhões. A informação foi divulgada após o fechamento do mercado.
O aumento de capital será realizado dentro do limite do capital autorizado previsto no estatuto social do Banco e contemplará a emissão para subscrição privada de, no mínimo, 35.896.604 novas ações nominativas e sem valor nominal e, no máximo, 49.195.402 novas ações nominativas e sem valor nominal ao preço de emissão de R$ 4,35 por ação.
Os acionistas terão direito de preferência para subscrição das ações no período de 30 de janeiro de 2026 (inclusive) a 2 de março 2026 (inclusive), na proporção de 8,251258595% (fator de subscrição) da posição acionária da mesma espécie que possuírem no capital do Banco no final do dia 29 de janeiro de 2026 (inclusive).
“O aumento de Capital se justifica pela intenção da administração de fortalecer a posição de capital do Banco com vistas à melhoria do índice de basileia, em conformidade com os padrões exigidos pelo Banco Central do Brasil”, afirmou o Bmg em um fato relevante.
No contexto do aumento de capital, os acionistas controladores pretendem exercer seu direito de subscrição, no montante de R$ 156 milhões.
TIM (TIMS3) anuncia acordo com a American Tower buscando sustentabilidade e evolução da sua rede móvel
O conselho de administração da TIM (B3: TIMS3; NYSE: TIMB) aprovou a celebração de um novo acordo estratégico com a American Tower do Brasil – Cessão de Infraestruturas (ATC) que redefine o framework da parceria entre as partes.
O acordo abrange todo o parque que compõe a relação atual entre TIM e ATC, perfazendo aproximadamente 9.000 torres, o que representa cerca de 30% de toda a infraestrutura da TIM.
O novo framework consolida todos os contratos anteriores em um só, unificando a vigência até 2034.
A TIM destacou que a negociação traz simplificação e maior eficiência à gestão do parque de infraestrutura, com destaque para os seguintes benefícios: atualização e alinhamento das cláusulas contratuais com as condições atuais do mercado, proporcionando maior sustentabilidade e previsibilidade de despesas; consolidação e unificação de regras e aspectos contratuais, reduzindo o peso das atividades administrativas e melhorando o processo de gestão; previsibilidade para novos projetos com flexibilidade para implantação de soluções que atendam ao plano de desenvolvimento da rede.
“A iniciativa representa um passo relevante na relação de longo prazo entre a TIM e a ATC, reforçando o compromisso contínuo da companhia com eficiência operacional, simplificação de governança e evolução sustentável da rede”, afirmou a TIM.
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