Mercados nesta sexta, minério, petróleo, notícia da Engie Brasil, União Pet, MRV e de outras companhias

Bolsas, petróleo e bitcoin (7h55)

Alemanha (DAX): -0,27% 

Londres (FTSE 100): -0,16%

Japão (Nikkei 225): +0,35% (pregão encerrado)

China (Xangai Comp.): +0,33% (pregão encerrado)

Hong Kong (Hang Seng): +0,45% (pregão encerrado)

Petróleo Brent: +1,39% (US$ 64,5). O Brent é referência para a Petrobras.

Petróleo WTI: +1,48% (US$ 59,9)

Bitcoin futuro: -0,28% (US$ 89.072)

Ouro (contrato para fev/26 – onça-troy): +0,29% (US$ 4.927)

Minério de ferro em Dalian (7h54 – hora de Brasília) 

Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em alta de 1,21% a 795 iuanes (US$ 114). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas. 

Futuros de ações em Nova York 

Às 7h55 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em queda de 0,26% e o S&P 500 futuro com desvalorização de 0,25%. Nasdaq futuro caía 0,38%.

Notícias corporativas

Moura Dubeux (MDNE3) fixa preço por ação de R$ 25 em aumento de capital

A Moura Dubeux (MDNE3) informou na noite de quinta-feira, 22, que foi aprovado o preço por ação de R$ 25 no âmbito do aumento do capital social da companhia, mediante a emissão de 19.305.019 ações ordinárias. Considerando a colocação das ações adicionais, o montante total soma R$ 482.625.475,00. 

Em razão do aumento do capital social, o capital social da companhia passará a ser de R$ 1.874.138.815,28, dividido em 104.214.394 ações ordinárias. 

As ações passarão a ser negociadas na B3 a partir de 26 de janeiro de 2026, sendo que a liquidação física e financeira ocorrerá no dia 27 de janeiro de 2026.

Engie Brasil (EGIE3) conclui leilão de frações

A Engie Brasil Energia (EGIE3) divulgou em um aviso na quinta-feira, 22, após o fechamento do mercado, que concluiu o leilão das frações de ações remanescentes do aumento de capital com bonificação realizado no fim do ano passado.

Encerrado o período de negociação de frações resultado do aumento de capital com bonificação de ações realizado pela companhia, as frações remanescentes foram separadas e unificadas em números inteiros, resultando em 72.483 ações ordinárias. Em leilão realizado em 19 de janeiro, as ações unificadas foram colocadas à venda. No leilão foi vendida a totalidade das ações unificadas no valor líquido total de R$ 2,21 milhões, correspondente a R$ 30,57 por ação.

Esse valor será distribuído proporcionalmente aos acionistas titulares das frações, de acordo com as respectivas posições ao final do período de negociação de frações. Os valores serão disponibilizados aos acionistas que fizerem jus em 30 de janeiro de 2026.

“Os valores devidos aos acionistas serão disponibilizados conforme os dados cadastrais existentes no Banco Itaú Unibanco S.A., escriturador das ações da companhia. Para os acionistas que não possuam instrução de recebimento cadastrada, tenham seus dados cadastrais desatualizados ou tenham suas ações bloqueadas, o valor permanecerá disponível, sem ensejar qualquer espécie de ajuste, correção monetária ou pagamento de juros, até que seja regularizada a situação cadastral e/ou levantado o bloqueio, conforme aplicável”, afirmou a Engie Brasil no aviso.

União Pet (AUAU3) paga nesta sexta-feira parcela em dinheiro a acionistas da Petz

A União Pet Participações (AUAU3), companhia resultante da fusão entre a Petz e a Cobasi, informou que realizará nesta sexta-feira, 23 de janeiro, o pagamento da parcela em dinheiro no valor de R$ 0,71 por ação preferencial resgatada, aos acionistas da Pet Center Comércio e Participações (Petz) que detinham ações na data do fechamento da operação, totalizando o montante de R$ 320.788.324,56, conforme previsto no cronograma divulgado em 2 de janeiro de 2026.

A parcela em dinheiro será paga aos acionistas que constavam como titulares nos registros da Petz ao final do pregão de 2 de janeiro de 2026, sendo o crédito efetuado por meio de suas respectivas corretoras de valores.

A companhia explicou, ainda, que, em decorrência do evento de reorganização societária referente à incorporação das ações de emissão da Petz, a B3 definiu como preço de abertura das ações AUAU3, em 5 de janeiro de 2026, o valor de referência correspondente ao preço de fechamento das ações PETZ3 em 2 de janeiro de 2026, deduzido do montante de R$ 0,71, relativo à parcela em dinheiro.

“A metodologia adotada pela B3 teve como premissa a preservação do valor financeiro total do patrimônio dos investidores que detinham ações PETZ3 ao final do pregão de 2 de janeiro de 2026”, explicou a empresa. Assim, a diferença entre o preço de fechamento naquela data e o preço de referência utilizado para a abertura do mercado em 5 de janeiro de 2026 decorreu exclusivamente da dedução da parcela em dinheiro, afirmou a companhia, destacando que ao longo do pregão de 5 de janeiro de 2026, as ações AUAU3 passaram a ser negociadas normalmente, com variações em linha com a dinâmica de mercado.

MRV (MRVE3): concluída venda de terrenos nos EUA

A MRV (MRVE3) divulgou que foi concluída a venda dos terrenos Marine Creek, no estado americano do Texas, e do Tucker, na Georgia. O valor de venda dos terrenos foi o mesmo considerado no impairment, totalizando US$ 18,3 milhões, equivalente a R$ 97 milhões.

Celesc (CLSC3) anuncia plano de desligamento incentivado

O conselho de administração da Celesc (CLSC3, CLSC4) aprovou a implementação de um novo plano de desligamento incentivado (PDI), cujo objetivo é oferecer aos empregados elegíveis a possibilidade de desligamento voluntário, mediante a concessão de um pacote de benefícios.

O público-alvo do PDI é composto por empregados admitidos até 31 de dezembro de 1995 ou que possuam 30 anuênios ou mais, bem como por empregados no cargo de eletricista admitidos até 31 de dezembro de 2000 ou que possuam 25 anuênios ou mais, totalizando 340 empregados elegíveis.

O plano prevê um limite orçamentário de R$ 40,86 milhões. O PDI contempla incentivo à migração para a modalidade de contribuição definida do plano previdenciário, com o objetivo de redução do passivo atuarial da companhia.

O conselho de administração aprovou também a alienação da participação acionária detida por sua subsidiária integral, Celesc Geração, na companhia Rondinha Energética, correspondente a 32,5% do capital social.

A decisão decorre de proposta apresentada pelo Fundo de Investimento em Participações em Infraestrutura – FIP Pirineus, sócio da Celesc Geração na referida companhia e titular de 67,50% do respectivo capital social, para aquisição da totalidade da participação societária detida pela Celesc Geração.

A Rondinha Energética é uma sociedade anônima de capital fechado, constituída em 3 de março de 2009, cujo objeto social consiste na exploração das atividades de produção, geração, transmissão, distribuição e comercialização de energia elétrica de produção própria. A usina, localizada no município de Passos Maia, estado de Santa Catarina, possui capacidade instalada de 9,60 MW e garantia física de 5,48 MW.

Grupo Multi (MLAS3) anuncia parceria de distribuição exclusiva de produtos da marca Sennheiser 

O Grupo Multi (MLAS3) firmou uma parceria para se tornar o distribuidor master exclusivo das divisões de áudio profissional e business communication da Sennheiser no Brasil.

Com esse acordo, a companhia assume a responsabilidade pela operação de importação, logística e gestão comercial da marca no país, estruturando uma rede de fornecimento com estoque local para atender às demandas técnicas e de volume do mercado nacional.

Com mais de 80 anos de história, a Sennheiser é uma fabricante alemã reconhecida globalmente pelo desenvolvimento de tecnologias de áudio de alta performance, posicionada no segmento premium e referência em soluções que exigem precisão, confiabilidade e durabilidade.

A atuação comercial desta parceria será incorporada ao segmento “corporativo” de negócios do Grupo Multi e será direcionada a múltiplos canais, incluindo o varejo de música e instrumentos, e-commerce, entre outros.

O portfólio disponibilizado ao mercado brasileiro inclui sistemas de microfones sem fio, soluções de conferência para salas de reunião e ambientes de ensino híbrido, além de equipamentos voltados ao monitoramento de áudio e à produção musical.

Índices da B3 com ETFs listados acumulam altas de até 63% em 2025

Os principais índices de renda variável da B3 registraram valorização em 2025, com destaque para os que contam com ETFs (Exchange Traded Fund) que acompanham seu desempenho, com ganhos acima de 60% no ano. Um levantamento realizado pela bolsa do Brasil revela os 20 indicadores com maior valorização entre os que têm ETFs atrelados, que facilitam o acesso a suas teses de investimento.

O índice de Utilidade Pública (UTIL), que mede o desempenho das ações de empresas essenciais, como energia, saneamento e gás e que conta com o ETF UTLL11, lidera esse ranking de rentabilidade em 2025, com alta acumulada de 63,16%.

Na sequência aparece o Ibovespa BR+ Cap 5% (IBBC), que reflete o desempenho das ações e BDRs (de companhias brasileiras listadas no exterior) mais líquidos, limitando a participação de cada empresa a um máximo de 5% da carteira. Ele conta com o ETF CAPE11 e avançou de 49,02%. Em terceiro lugar está o índice Financeiro (IFNC), composto pelas ações mais representativas e negociadas desse setor, incluindo bancos, seguradoras e intermediários, que subiu 46,21% e pode ser acessado por meio do ETF FIND11.
O grupo dos cinco primeiros é composto ainda pelo Ibovespa Empresas Privadas (IBEP), que calcula o desempenho médio das ações de companhias de capital privado com maior negociabilidade e relevância na bolsa brasileira, teve alta de 42,90% e tem o ETF SPVT11 atrelado ao índice; além do Ibovespa. Smart Low Vol (IBLV), que rendeu 40,89%, conta com o ETF LVOL11 e tem foco nas empresas com menor volatilidade.

Os Exchange Traded Fund (ETFs) são fundos de investimento negociados em bolsa que buscam replicar o desempenho de um índice de referência.

Para investir, é necessário abrir uma conta em uma corretora de valores. A escolha do ETF deve considerar os objetivos financeiros e o perfil de risco do investidor. Com diversas opções disponíveis, a análise de custos, como taxas de administração e corretagem, também é fundamental.

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