Mercados nesta terça, JCP da Itaúsa e da Sabesp, notícias da Petrobras, Prio, Brava, Copasa e de outras companhias
Bolsas, petróleo e bitcoin (7h52)
Alemanha (DAX): +0,03%
Londres (FTSE 100): +0,54%
Japão (Nikkei 225): -0,22% (pregão encerrado)
China (Xangai Comp.): -0,85% (pregão encerrado)
Hong Kong (Hang Seng): +0,13% (pregão encerrado)
Petróleo Brent: +2,85% (US$ 103,07). O Brent é referência para a Petrobras.
Petróleo WTI: +3,55% (US$ 95,7)
Bitcoin futuro: -0,70% (US$ 73.817)
Ouro (contrato para fev/26 – onça-troy): +0,03% (US$ 5.003)
Minério de ferro em Dalian (7h50 – hora de Brasília)
Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em alta de 1,81% a 816,5 iuanes (US$ 117,3). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas.
Futuros de ações em Nova York
Às 7h51 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em queda de 0,20% e o S&P 500 futuro com desvalorização de 0,23%. Nasdaq futuro caía 0,32%.
Notícias corporativas
Sabesp (SBSP3) anuncia pagamento de R$ 583,5 milhões em JCP
O conselho de administração da Sabesp (SBSP3) em reunião realizada na segunda-feira, 16, aprovou o pagamento de juros sobre o capital próprio aos acionistas titulares de ações de emissão da companhia na data base de 19 de março de 2026. As ações de emissão da companhia passarão a ser negociadas “ex-proventos” na B3 a partir de 20 de março de 2026 (inclusive). O montante bruto é de R$ 583,5 milhões, correspondente a R$ 0,829190381 por ação. Esse JCP será pago em 30 de abril de 2026.
A Sabesp teve no quarto trimestre de 2025 (4T25) lucro líquido de R$ 2,68 bilhões no 4T25. Esse valor corresponde à alta de 87,1% em relação ao mesmo trimestre de 2024 (4T24).
No acumulado de 2025, o lucro líquido somou R$ 8,46 bilhões, redução de 11,7% em relação a 2024.
O Ebitda atingiu R$ 4,42 bilhões no quarto trimestre de 2025, crescimento de 92,8% em relação ao 4T24.
No 4T25 a receita líquida proveniente de serviços de saneamento, deduzindo o Fausp (Fundo de Apoio à Universalização do Saneamento) e impostos, foi de R$ 5,68 bilhões, um aumento de 2,1% em relação ao 4T24.
Prio (PRIO3): Ibama retifica licença e permite que companhia perfure até 14 novos poços campo de Frade
A Prio (PRIO3) informou que foi concedida pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), a retificação da Licença de Perfuração do campo de Frade, permitindo assim que a companhia perfure até 14 novos poços no campo.
Vale destacar que no começo de março o Ibama concedeu a Prio a Licença de Operação do Campo de Wahoo. Com a emissão dessa licença, a companhia conclui a última etapa regulatória para o início da produção do campo, que se encontra em etapa final de comissionamento.
Itaúsa tem lucro recorrente de R$ 4,44 bilhões no 4T25, alta de 21%
A Itaúsa (ITSA4) reportou lucro líquido recorrente de R$ 4,44 bilhões no quarto trimestre de 2025 (4T25), alta de 21% em relação ao mesmo trimestre de 2024 (4T24).
No acumulado do ano, o lucro líquido recorrente da holding, que controla o Itaú Unibanco e detém participações na Motiva, Alpargatas e Dexco, foi de R$ 16,4 bilhões, crescimento de 11,5% em relação a 2024. Segundo a Itaúsa, a alta é devido ao maior resultado recorrente do Itaú Unibanco (10% ou +R$ 1,549 bilhão) e das investidas do setor não financeiro (42% ou +R$ 336 milhões).
Itaúsa anuncia pagamento de R$ 1,3 bilhão em juros sobre o capital
A Itaúsa (B3: ITSA3, ITSA4) informou que seu conselho de administração deliberou declarar juros sobre capital próprio no montante bruto de R$ 1,3 bilhão (R$ 0,116 por ação), correspondente ao montante líquido de R$ 1,1 bilhão (R$ 0,0957 por ação), considerando a retenção de 17,5% de imposto de renda na fonte. Esses juros, relativos ao exercício de 2026, terão como base de cálculo a posição acionária final do dia 19 de março de 2026 e serão pagos até 31 de agosto de 2026.
Petrobras (PETR4) pagará US$ 450 milhões por participação da Petronas em dois campos
A Petrobras (PETR3, PETR4), na qualidade de sócia e operadora dos campos de Tartaruga Verde e Espadarte – Módulo III, localizados na Bacia de Campos, manifestou à Petronas Petróleo Brasil a decisão de exercer o direito de preferência para aquisição das participações de 50% dos referidos ativos atualmente de propriedade da Petronas.
Após a conclusão da operação, a Petrobras voltará a deter 100% de participação nos ativos, mantendo-se como operadora.
A assinatura do contrato de compra e venda ocorrerá em breve, afirmou a Petrobras. O valor da transação é de US$ 450 milhões.
“A aquisição apresenta condições econômico-financeiras atrativas, adiciona flexibilidade decisória na gestão de portfólio da companhia e está em consonância com o seu Plano de Negócios, reforçando o direcionamento estratégico voltado ao segmento de óleo e gás, com disciplina na alocação de capital, resiliência econômica e ambiental, mitigação de riscos e priorização de ativos com maior potencial de geração de valor aos acionistas”, destacou a Petrobras em um comunicado.
A conclusão da operação está sujeita ao cumprimento de condições precedentes previstas no contrato de compra e venda, incluindo a aprovação pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).
O campo de Tartaruga Verde e o Módulo III de Espadarte estão localizados na porção sul da Bacia de Campos, em lâmina d’água entre aproximadamente 700 e 1.620 metros. Os ativos são operados pela Petrobras, por meio do FPSO Cidade de Campos dos Goytacazes, com produção atual de cerca de 55 mil barris de óleo por dia.
Brava (BRAV3) encerra negociações para aquisição de participação em Tartaruga Verde e Espadarte
Como a Petrobras anunciou a decisão de exercer o direito de preferência para aquisição da participação de 50% atualmente detida pela Petronas no campo de Tartaruga Verde (Concessão BM-C-36) e no Módulo III do campo de Espadarte, localizados na Bacia de Campos, a Brava Energia (BRAV3) encerrou as negociações com a Petronas no âmbito da referida transação e será reembolsada do valor pago no momento da assinatura, sem impacto econômico, observadas as correções contratuais.
Em um fato relevante, a Brava reforçou sua “disciplina na alocação de capital e seu foco na geração de valor sustentável aos acionistas, mantendo prioridade na avaliação contínua de oportunidades estratégicas em seu portfólio”.
Mahle Metal Leve (LEVE3) reporta lucro ajustado de R$ 126,8 milhões
A Mahle Metal Leve (LEVE3) teve no quarto trimestre de 2025 (4T25) lucro ajustado de R$ 126,8 milhões, leve alta de 0,5% em relação ao mesmo trimestre de 2024 (4T24). Sem ajustes, o lucro líquido da companhia foi de R$ 135,9 milhões, crescimento de 22,6%.
No 4T25, o Ebitda ajustado somou R$ 221,8 milhões, leve alta de 0,9% em relação ao quarto trimestre de 2024.
A receita líquida da Mahle Metal Leve foi de R$ 1,32 bilhão, expansão de 0,6% na base anual de comparação.
Mitre (MTRE3) anuncia parceria com grupo Barrière para construir hotel em SP
A Mitre Realty Empreendimentos e Participações (MTRE3) formalizou entendimentos com o grupo Barrière com o objetivo de desenvolver o Hotel Daslu Barrière, empreendimento de alto padrão a ser implantado no bairro dos Jardins, em São Paulo.
Com inauguração prevista para 2029, o empreendimento representa um investimento total estimado de aproximadamente R$ 300 milhões (US$ 57 milhões) e será operado exclusivamente pelo grupo Barrière.
A Mitre deverá deter participação minoritária, entre 25% e 30% no projeto, cuja estrutura de capital contempla, majoritariamente, recursos provenientes de investidores da Mitre e de investidores de mercado com interesse no empreendimento.
A exposição financeira da Mitre deverá se concentrar, substancialmente, nos desembolsos relacionados ao terreno e ao desenvolvimento do projeto, os quais já se encontram refletidos na posição de caixa, explicou a companhia em um fato relevante divulgado nesta segunda-feira, 16. O hotel contará com infraestrutura e serviços alinhados ao segmento de hospitalidade de alto padrão, com serviços personalizados e padrão internacional de atendimento, em linha com o posicionamento da marca Barrière e com a proposta do empreendimento para a região dos Jardins.
Com mais de 114 anos de história, a Barrière é atualmente presidida por Joy Desseigne-Barrière e Alexandre Barrière, representantes da quarta geração do grupo familiar francês fundado em 1912 por François André e posteriormente conduzido por Lucien Barrière e Diane Barrière.
O grupo atua por meio de portfólio que inclui 32 cassinos, um clube de jogos, aproximadamente 200 restaurantes e bares e 20 hotéis de luxo, que compõe a Barrière Collection. Entre suas marcas de maior reconhecimento está a Fouquet’s, cuja origem remonta a 1899, em Paris, e que atualmente possui presença em destinos internacionais selecionados, como Nova York, Paris, Saint-Barth e Courchevel. A Barrière conta com cerca de 7.000 colaboradores e registrou receita global de €1,5 bilhão no exercício encerrado em 31 de outubro de 2025. Barrière é uma marca sob a qual são comercializadas as atividades de dois grupos distintos: Groupe Lucien Barrière (GLB) e Société Fermière du Casino Municipal de Cannes (SFCMC).
Cury (CURY3): Fabio Elias Cury, atual diretor presidente, assumirá como presidente do conselho
O conselho de administração da Cury (CURY3) aprovou a proposta de reorganização da estrutura da administração da companhia, a ser submetida à assembleia geral ordinária e extraordinária a realizar-se, em primeira convocação, em 17 de abril de 2026.
Em um fato relevante divulgado após o fechamento do mercado na segunda-feira, 16, a Cury informou que, após 35 anos de atuação executiva dedicados exclusivamente à construção e consolidação da companhia como uma das principais incorporadoras do país, Fabio Elias Cury, atual diretor presidente, deixará a função executiva para assumir a posição de presidente do conselho de administração.
“Essa transição reflete a evolução natural da companhia para um estágio de governança ainda mais robusto, no qual o Sr. Fabio Cury passa a concentrar sua atuação na definição das diretrizes estratégicas de longo prazo, no acompanhamento do crescimento sustentável e na preservação da cultura organizacional que sustenta a trajetória de sucesso da Cury”, destacou a construtora.
Em substituição à atual estrutura de presidência executiva, será proposta a reorganização da diretoria, sujeita a deliberação do conselho de administração, com a criação de dois cargos de diretores copresidentes, com atribuições complementares e claramente definidas.
Leonardo Mesquita da Cruz será o diretor copresidente executivo. O cargo é responsável pelas áreas corporativas e de negócios, incluindo frentes comercial, financeira, operacional e administrativa. Com 16 anos de trajetória na Cury, Leonardo exerce a condição diretiva desde 2015. “Sua nomeação assegura continuidade estratégica, estabilidade na execução e manutenção da disciplina de capital, pilares fundamentais do posicionamento competitivo da companhia”, ressaltou a companhia.
Paulo Sérgio Beyruti Curi será o diretor copresidente de engenharia. Com mais de 30 anos de atuação no grupo Cury, Paulo Curi lidera as áreas de engenharia, sendo responsável pelo planejamento, execução e entrega de centenas de empreendimentos.
A companhia salientou ainda que a referida proposta integra um planejamento sucessório estruturado e de longo prazo, conduzido de forma “responsável e alinhado às melhores práticas de governança corporativa, com o objetivo de assegurar a continuidade estratégica, a estabilidade operacional e a perenidade dos negócios”.
Copasa (CSMG3) esclarece sobre oferta subsequente de ações
A Companhia de Saneamento de Minas Gerais – Copasa (CSMG3) divulgou na segunda-feira, 16, que a efetiva realização de oferta pública subsequente de ações, no contexto do processo de sua desestatização, envolve, dentre outros fatores, a prestação de esclarecimentos solicitados por órgãos de controle, a obtenção das aprovações aplicáveis (inclusive societárias e de credores), condições macroeconômicas e de mercado, celebração dos contratos definitivos e cumprimento dos procedimentos previstos na regulamentação vigente. A informação consta em um comunicado enviado ao mercado. Mas a companhia não revelou uma data para a realização da oferta.
Já o jornal Valor Econômico reportou também nesta segunda-feira que a Copasa trabalha para lançar sua oferta subsequente de ações nesta semana e precificar a operação que marcará sua privatização ainda no fim de março.
Assaí (ASAI3) anuncia novo vice-presidente comercial e de logística
O Assaí (ASAI3) anunciou que o atual vice-presidente responsável pelas áreas comercial e de logística deixará suas funções executivas para dedicar-se a projetos pessoais.
Wlamir permanecerá na companhia até 30 de abril de 2026, período durante o qual apoiará o processo de transição e transferência de conhecimento nas áreas comercial e de logística.
Wlamir integra o Assaí desde 2011 e teve papel fundamental na construção e no desenvolvimento da companhia ao longo dos últimos anos, contribuindo de forma relevante para a consolidação do Assaí como uma das maiores redes de atacarejo do Brasil, destacou a companhia em um fato relevante.
O conselho de administração aprovou que Anderson Barres Castilho, atualmente vice-presidente de operações, passe a assumir, a partir de 1º de maio de 2026, a vice-presidência comercial e de logística da companhia, deixando suas funções anteriores na área de operações.
Anderson Castilho atua no Assaí desde 2012 e possui mais de 30 anos de experiência no setor de atacarejo, varejo alimentar e atacado de distribuição.
Como parte da organização da estrutura operacional da companhia, Sergio Leite, atual diretor de novos negócios não estatutário, passará a responder pela área de operações, função a qual passará a incorporar também a área de novos negócios, de forma que ele ocupará o cargo de diretor executivo de operações e novos negócios não estatutário.
Natura (NATU3) reporta lucro líquido das operações continuadas de R$ 186 milhões no 4T25
A Natura (NATU3) teve no quarto trimestre de 2025 (4T25) lucro líquido das operações continuadas de R$ 186 milhões. Dessa forma a companhia reverte o prejuízo de R$ 227 milhões registrado no mesmo trimestre de 2024 (4T24).
O conceito de operações continuadas é usada pela empresa para se referir ao seu negócio principal, como as operações da Natura e da Avon na América Latina.
A Natura explicou que o resultado ainda foi pressionado por uma provisão não recorrente de R$ 434 milhões relacionada a recebíveis da venda da The Body Shop, sem efeito caixa. Excluindo esse impacto, o lucro das operações continuadas teria sido de R$ 620 milhões.
A companhia registrou prejuízo líquido de R$ 321 milhões no 4T25, queda de 26,8% em relação ao 4T24, destacando que as operações descontinuadas totalizaram baixa de R$ 507 milhões no último trimestre de 2025.
O Ebitda recorrente somou R$ 978 milhões, crescimento de 57,2% na comparação com o 4T24, com margem de 15,8%, expansão de cerca de 7 pontos percentuais frente ao mesmo trimestre de 2024.
A receita líquida atingiu R$ 6,19 bilhões no 4T25, queda de 12,1% na comparação com o 4T24.
Cogna anuncia data de pagamento das frações de ações decorrentes de bonificação
A Cogna (COGN3) realizou o leilão para a alienação das ações ordinárias da companhia provenientes da bonificação de ações aprovada pelo conselho de administração em 18 de dezembro de 2025. As ações foram agrupadas em números inteiros e vendidas na B3 com intermediação da Itaú Corretora.
No leilão foram alienadas 20.821,8 ações, com o valor líquido de R$ 3,1679768320 por cada ação ordinária.
O resultado líquido do leilão será creditado aos titulares das frações agrupadas, na proporção das respectivas participações, no dia 23 de março de 2026.
Divulgam resultado do 4T25 nesta terça, 17:
Taesa, Ecorodovias, Blau, Desktop – após o fechamento do mercado.
Lavvi (LAVV3) paga dividendo nesta terça, 17:
A Lavvi paga nesta terça-feira, 17, a primeira parcela de dividendo anunciado em janeiro no valor de R$ 200 milhões. Essa primeira parcela será no valor de R$ 30 milhões e corresponde a R$ 0,15 para cada ação ordinária. Tem direito as pessoas titulares de ações na data-base de 2 de fevereiro de 2026. As ações da companhia são negociadas ex-dividendos desde 3 de fevereiro de 2026, inclusive.
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