Mercados nesta quarta, minério, petróleo, notícia da Tenda, Simpar, Dexos e de outras companhias

Bolsas, petróleo e bitcoin (8h04)

Alemanha (DAX): -0,58% 

Londres (FTSE 100): -0,10%

Japão (Nikkei 225): -0,47% (pregão encerrado)

China (Xangai Comp.): +0,08% (pregão encerrado)

Hong Kong (Hang Seng): +0,37% (pregão encerrado)

Petróleo Brent: -0,59% (US$ 64,5). O Brent é referência para a Petrobras.

Petróleo WTI: -0,56% (US$ 60)

Bitcoin futuro: -0,35% (US$ 89.205)

Ouro (contrato para fev/26 – onça-troy): +2,07% (US$ 4.864)

Minério de ferro em Dalian (7h54 – hora de Brasília) 

Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em queda de 0,32% a 784 iuanes (US$ 112,62). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas. 

Futuros de ações em Nova York 

Às 8h02 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em alta de 0,16% e o S&P 500 futuro com valorização de 0,25%. Nasdaq futuro subia 0,17%.

Notícias corporativas

BC decreta liquidação extrajudicial da Will Financeira

O Banco Central (BC) decretou nesta quarta-feira, 21, a liquidação extrajudicial da empresa Will Financeira, que faz parte do conglomerado do banco Master. 

A decisão foi tomada em extensão ao comprometimento da sua situação econômico-financeira, da sua insolvência e do vínculo de interesse do Banco Master, que também foi liquidado em novembro de 2025. O dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, é um dos controladores da Will Financeira.

“Na ocasião da decretação da liquidação extrajudicial do Banco Master, entendeu-se adequada e aderente ao interesse público a imposição do RAET ao Master Múltiplo S/A, ante a possibilidade de uma solução que preservasse o funcionamento de sua controlada Will Financeira. Tal solução, contudo, não se mostrou viável, verificando-se no dia 19 de janeiro de 2026 o descumprimento pela Will Financeira da grade de pagamentos com o arranjo de pagamentos Mastercard (Mastercard Brasil Soluções de Pagamentos Ltda.) e o consequente bloqueio de sua participação nesse arranjo”, afirmou o BC. O RAET é o Regime Especial de Administração Temporária.

Azul: aporte adicional de credores pode antecipar saída da recuperação judicial nos EUA

Em um fato relevante enviado ao mercado nesta quarta-feira, 21, a Azul anunciou que determinados credores e stakeholders concordaram em realizar um aporte adicional de US$ 100 milhões para apoiar a saída antecipada da companhia do processo de recuperação judicial nos Estados Unidos (Chapter 11).

“Tal investimento incremental de US$ 100 milhões, juntamente com a garantia firme de subscrição de US$ 650 milhões no contexto da oferta pública de saída do Chapter 11 e dos US$ 200 milhões a serem investidos por investidores estratégicos, elevará o montante total de investimentos a serem captados pela companhia de US$ 850 milhões para US$ 950 milhões”, afirma a companhia aérea no fato relevante.

Dexco (DXCO3) vende 1,2 milhão de metros cúbicos de ativos florestais

A Dexco (DXCO3) celebrou contrato de venda de madeira em pé, referente a aproximadamente 1,2 milhão de metros cúbicos de ativos florestais para “um player” do setor de madeira.

“A operação está em linha com a estratégia da companhia de desalavancagem, constantemente buscando oportunidades no mercado para geração de resultados positivos”, afirmou a Dexco em um fato relevante.

Ainda segundo a companhia, a venda desse excedente de madeira foi gerada através da maior produtividade das florestas e de aquisições adicionadas ao seu ativo florestal, não impactando o maciço florestal dedicado à produção de painéis de madeira.

O ativo florestal adicional foi adquirido em parte através da utilização de terras próprias como pagamento, terras essas que permanecerão sob gestão e propriedade da Dexco na produção de floresta nos próximos anos.

A Dexco esclareceu também que a operação não compromete sua autossuficiência florestal; não reduz a base necessária para a produção de painéis de madeira, preservando integralmente sua capacidade operacional; e está alinhada à estratégia de desalavancagem financeira, uma vez que gera impactos positivos em fluxo de caixa.

A consumação da operação está condicionada a obtenção das aprovações concorrenciais aplicáveis perante o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

Tenda (TEND3) anuncia reorganização estratégica na diretoria executiva

A construtora Tenda (TEND3) anunciou a reorganização estratégica em sua diretoria executiva. Luis Gustavo S. Martini, anteriormente diretor executivo da Alea, assume a nova diretoria executiva da Holding (Tenda e Alea) de digital e marketing. Com trajetória de mais de 20 anos liderando unidades de negócio e inovação em empresas como Wine, Natura e Amazon, Martini é Engenheiro Mecânico pela USP, Mestre pelo ITA e pós-graduado em Marketing pela FGV.

Os demais diretores da Alea passam a se reportar diretamente ao CEO da Tenda, Rodrigo Osmo, promovendo uma gestão integrada e ainda mais ágil entre as duas unidades de negócio.

Segundo a Tenda, os principais objetivos dessa reorganização são reforçar a área de marketing, especialmente em um momento em que produtos com atributos diferenciados e a Faixa 3 ganham relevância no portfólio; fortalecer a área de tecnologia, pela maior relevância assumida pelas ferramentas digitais no dia-a-dia do nosso negócio e visando alavancar as oportunidades trazidas pela inteligência artificial; acelerar o processo de verticalização da mão de obra na Alea, para maior controle e eficiência, promovendo a estabilização operacional.

“Esta movimentação visa potencializar a eficiência operacional das unidades de negócio (Tenda e Alea), além de acelerar a captura de sinergias corporativas, garantindo maior agilidade na execução do plano de negócios da companhia”, explicou a Tenda.

Simpar (SIMH3) divulga a prévia operacional do 4T25

A Simpar (SIMH3) divulgou a prévia dos resultados do quarto trimestre (4T25) e do ano de 2025.

A receita líquida consolidada no 4T25 somou R$ 11,2 bilhões, alta de 4,8% em relação ao mesmo trimestre de 2024 (4T24). No acumulado de 2025 a receita líquida foi de R$ 43,7 bilhões, crescimento de 6,6% em relação a 2024.

Ainda segundo a companhia, a alavancagem financeira consolidada do grupo Simpar atingiu o menor patamar dos últimos 15 anos. No 4T25, a alavancagem financeira consolidada (dívida líquida/Ebitda) reduziu para 3,1x, melhora de 0,5x na base anual de comparação, resultado de avanços em eficiência operacional; menor necessidade de investimentos; e conclusão da venda da Ciclus Rio.

Netflix supera previsões mas ações caem em NY

A Netflix (Nasdaq: NFLX; B3: NFLX34) divulgou que teve no quarto trimestre de 2025 lucro líquido de US$ 2,42 bilhões, acima dos US$ 1,87 bilhão apurados no mesmo período de 2024.

A receita da companhia americana atingiu US$ 12,05 bilhões no período, superando as estimativas de US$ 11,97 bilhões e representando um crescimento de 17,6% na base anual de comparação.

Mas o guidance decepcionou os investidores. Para o trimestre atual a gigante do streaming projeta lucro de US$ 0,76 por ação e receita de US$ 12,16 bilhões. As expectativas dos analistas eram de lucro de US$ 0,81 por ação, com faturamento de US$ 12,19 bilhões.

Nas negociações pré-abertura do mercado em Nova York as ações operavam em queda. Às 8h os papéis NFLX caíam 6,65%.

Oncoclínicas (ONCO3): diretor executivo de estratégia deixa o cargo

A Oncoclínicas (ONCO3) informou que João Carlos Figueiredo Padin deixará o cargo de diretor executivo de estratégia. O executivo permanecerá nessa posição até 1° de fevereiro de 2026. A companhia agradeceu João pelos serviços prestados durante seu mandato.

Cade e Aneel aprovam transferência de controle da Emae para a Sabesp (SBSP3) 

A diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), em reunião realizada nesta terça-feira, 20, aprovou a anuência prévia para a transferência do controle societário da Emae para a Sabesp (SBSP3).

Já o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), em julgamento no Tribunal Administrativo (Circuito Deliberativo Virtual), negou, por unanimidade, recurso interposto pela Phoenix Água e Energia, mantendo a aprovação, sem restrições, do ato de concentração relacionado à aquisição do controle da Emae pela Sabesp, cuja decisão foi divulgada também nesta terça-feira.

A efetiva consumação da transferência do controle societário para a Sabesp depende de formalidades adicionais previstas nos respectivos contratos celebrados com a Vórtx Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários e a Axia Energia (AXIA3), afirmou a Sabesp em um fato relevante enviado ao mercado após o pregão desta terça, ressaltando que estão em fase de implementação.

A operação é vista como uma derrota para o empresário Nelson Tanure. O fundo Phoenix, do empresário, comprou a Emae em leilão em 2024, no processo de privatização da companhia, e tentava barrar a operação.

Investidor não residente movimenta R$ 2,8 trilhões em ações na B3 em 2025

O investidor não residente movimentou mais de R$ 2,8 trilhões em ações no mercado brasileiro à vista entre janeiro e dezembro de 2025, segundo levantamento realizado a partir dos dados da plataforma Datawise+, solução B3 e Neoway, que utiliza metodologias próprias para a classificação dos perfis de investidores.

A movimentação somou R$ 255 bilhões somente em dezembro de 2025, crescimento de 6% na comparação com o mesmo período de 2024. Já entre janeiro e dezembro deste ano, o volume teve alta de 15%.

Os meses com maior volume negociado em 2025 por esse perfil de investidor foram maio (R$ 263 bilhões), abril (R$ 257 bilhões) e dezembro (R$ 255 bilhões).

Ranking das ações mais negociadas pelos investidores não residentes:

  1. Vale (VALE3) | R$ 197.7 bilhões
  2. Petrobras (PETR4) | R$ 154 bilhões
  3. Itaú Unibanco (ITUB4) | R$ 130.6 bilhões
  4. Banco do Brasil (BBAS3) | R$ 89 bilhões
  5. B3 (B3SA3) | R$ 87.6 bilhões
  6. Bradesco (BBDC4) | R$ 83 bilhões
  7. Ambev (ABEV3) | R$ 77 bilhões
  8. Petrobras (PETR3) | R$ 65.2 bilhões
  9. Weg (WEGE3) | R$ 65.1 bilhões
  10. Sabesp (SBSP3) | R$ 64 bilhões

No acumulado do ano, os investidores não residentes responderam por 62% do share das negociações com ações. Considerando o mercado à vista, que inclui, além de ações, ativos como BDRs, ETFs e fundos imobiliários (FIIs), o volume total movimentado pelos estrangeiros superou R$ 3,5 trilhões na bolsa do Brasil.

Agenda de proventos desta quarta, 21:

TIM (TIMS3) 

A TIM paga nesta quarta-feira, 21, JCP no valor de R$ 0,19 por ação. Esses JCP foram anunciados em setembro do ano passado. As ações são negociadas ex-provento desde 29/09/2025.

Allos (ALOS3) 

A ‘data com’ para ter direito a 2° parcela do dividendo da Allos anunciado em 16 de dezembro, é nesta quarta-feira, 21. A partir de 22 de janeiro as ações serão negociadas ex-direito a essa segunda parcela. O valor é de R$ 0,29 por ação. Essa segunda será paga em 03/02/2026. Vale lembrar que a terceira parcela será paga em 03/03/2026 com data de corte em 19/02/2026 (data ex-direito em 20/02/2026).

Banese (BGIP4) 

A ‘data com’ para ter direito ao JCP do Banese anunciado em 16 de janeiro, é nesta quarta, 21. As ações passarão, a partir de 22 de janeiro, a serem negociadas na Bolsa de Valores “ex” esses juros sobre o capital próprio. O pagamento será em 6 de fevereiro de 2026. O valor líquido é de R$ 0,72 por ação ordinária e de R$ 0,80 por ações preferencial.

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