Mercados nesta terça, minério, petróleo, notícia da Itaúsa, Brava, Copel, São Martinho e de outras companhias

Bolsas, petróleo e bitcoin (7h51)

Alemanha (DAX): -0,53% 

Londres (FTSE 100): +0,68%

Japão (Nikkei 225): -0,29% (pregão encerrado)

China (Xangai Comp.): -0,17% (pregão encerrado)

Hong Kong (Hang Seng): -0,03% (pregão encerrado)

Petróleo Brent: +2,10% (US$ 98,1). O Brent é referência para a Petrobras.

Bitcoin futuro: +0,24% (US$ 77.775)

Ouro (contrato para fev/26 – onça-troy): +0,20% (US$ 4.565)

Minério de ferro em Dalian (7h44 – hora de Brasília) 

Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em queda de 1,95% aos 781 iuanes (US$ 114,9). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas. 

Futuros de ações em Nova York 

Às 7h50 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em alta de 0,51% e o S&P 500 futuro tinha valorização de 0,75%. Nasdaq futuro subia 1,15%.

Notícias corporativas

Bradsaúde (SAUD3) anuncia acordo de investimento entre a Atlântica Hospitais e Rede DOr para construção de hospital no RJ

A Bradsaúde (SAUD3) informou nesta terça-feira, 26, que a Atlântica Hospitais e Participações e a Atlântica Empreendimentos Imobiliários, sociedades controladas indiretamente pela Bradsaúde voltadas ao investimento em hospitais, celebraram, nesta data, um acordo de investimento com a Rede D’Or São Luiz (RDOR3) para inclusão, na parceria Atlântica D’Or, de determinados ativos imobiliários de propriedade da Rede D’Or no bairro de São Conrado, na cidade do Rio de Janeiro, visando a construção e futura operação de um hospital no referido bairro.

Será mantida a estrutura societária existente, com participação de 50,01% para a Rede D’Or e 49,99% para Atlântica.

Quando concluída a construção do referido hospital, a gestão médica ficará sob a responsabilidade da Rede D’Or.

“A expansão da parceria com a Rede D’Or está alinhada com a estratégia da Atlântica de investir na cadeia de valor do setor de saúde por meio de parcerias com players estabelecidos na operação de hospitais, reforçando o papel da Bradsaúde de consolidadora do ecossistema de saúde da Organização Bradesco”, afirmou a companhia em um comunicado ao mercado.

A consumação da transação está sujeita ao cumprimento de certas condições suspensivas, usuais em operações desta natureza, incluindo as devidas aprovações regulatórias.

Ecopetrol obtém registro da OPA de ações para aquisição de controle da Brava Energia

A Brava Energia (BRAV3) recebeu na segunda-feira, 25, correspondência da Ecopetrol. No documento a Ecopetrol informa que obteve, nesta data, o registro automático da Oferta Pública de Aquisição (OPA) de ações para aquisição de controle da Brava.

A ofertante também enviou à Brava o edital.

Segundo o edital, que detalha todos os termos e condições da oferta, a OPA é destinada à aquisição de 116.110.717 ações ordinárias de emissão da petroleira, correspondente a aproximadamente 25% do total de ações de sua emissão, ao preço de R$ 23,00 por ação, de modo que, caso a OPA seja bem sucedida, a Ecopetrol passará a ser titular de 51% do capital social da Brava.

O leilão da OPA será realizado no sistema eletrônico de negociação da B3 em 25 de junho de 2026.

O conselho de administração da Brava está avaliando os termos, condições e impactos da OPA em conjunto com seus assessores e divulgará ao mercado, em até 15 dias desta data, parecer fundamentado sobre a OPA, afirmou a petroleira em um fato relevante.

A Ecopetrol é uma sociedade de economia mista vinculada ao Ministério de Minas e Energia da República da Colômbia, com sede em Bogotá.

São Martinho (SMTO3) reporta lucro de R$ 836 milhões na safra 2025/26

A São Martinho (SMTO3) divulgou na noite de segunda-feira, 25, que encerrou a safra 2025/26 com lucro líquido de R$ 836,2 milhões, alta de 50,2% na base anual de comparação.

O Ebitda Ajustado atingiu R$ 3,5 bilhões, crescimento de 1,7%.

A receita líquida total no período foi de R$ 7,4 bilhões, expansão de 3,3% frente ao período anterior.

No quarto trimestre isolado a receita líquida somou R$ 2,2 bilhões, crescimento de 29,1% em relação ao mesmo período da safra anterior. O lucro líquido do trimestre foi de R$ 172,8 milhões, alta de 64,6%. Já o Ebtida ajustado no 4T26 foi de R$ 1,09 bilhão, alta de 41,9% frente ao 4T25.

Itaúsa (ITSA4) entra na disputa pela Copasa (CSMG3)

A Itaúsa (ITSA3, ITSA4) informou que, por meio do veículo denominado Livorno Participações, entregou nesta data proposta para participar do processo para seleção do investidor de referência e potencial aquisição de ações representativas de 30% do capital total da Companhia de Saneamento de Minas Gerais – Copasa (CSMG3).

O capital social da Livorno será detido pelos atuais acionistas da Aegea Saneamento e Participações em aproximadamente 33% cada, os quais integrarão acordo de acionistas com direitos iguais na Livorno. Aegea participará com até 1% do capital social da Livorno.

“A participação da Itaúsa no processo de aquisição faz parte da sua estratégia de alocação eficiente de capital, reforçando seu compromisso contínuo com a criação de valor aos acionistas, investidas e à sociedade”, explicou a holding em um fato relevante.

A Itaúsa esclareceu que o processo de definição do investidor de referência respeitará as etapas previstas no prospecto preliminar divulgado pela Copasa em 20.05.2026.

A divulgação do investidor de referência finalista, se houver, está prevista para 27.05.2026, e a do investidor de referência selecionado, se houver, para 01.06.2026.

JHSF (JHSF3) anuncia lançamento de frota de iates no hotel Fasano Al Mare, na Sardenha

A JHSF Participações (JHSF3) anuncia o lançamento do Fasano Yachts no Fasano Al Mare Hotel & Beach Club, na Sardenha, que consiste em uma frota exclusiva de 12 iates com destino inaugural nas águas do Mediterrâneo.

A partir deste verão europeu, com a abertura da primeira fase do projeto JHSF Fasano Sardenha, a iniciativa amplia a proposta do Fasano Al Mare Hotel & Beach Club ao levar a hospitalidade da marca para o mar, de forma integrada ao estilo de vida do destino, afirma a companhia em um comunicado.

Segundo a companhia, o Fasano Yachts introduz um novo conceito de atuação da marca ao integrar terra e mar em uma experiência única. Os hóspedes poderão optar por se hospedar a bordo dos iates, ancorados em uma área dedicada na baía do Fasano Sardenha, em frente à Ilha de Tavolara, com acesso completo às instalações do Fasano Al Mare Hotel & Beach Club, incluindo Beach Club, spa, quadras de tênis e padel, academia, entre outras. Além da estada, os hóspedes terão a oportunidade de explorar alguns dos destinos náuticos mais emblemáticos da região.

Os primeiros iates foram desenvolvidos em parceria entre a JHSF, o Fasano e a Azimut.

A operação náutica e os serviços a bordo serão realizados pela BYS International, empresa da JHSF especializada em serviços marítimos.

Azzas (AZZA3) afirma não ter conhecimento de tratativas sobre cisão da companhia

A Azzas (AZZA3) afirmou em um comunicado onde presta esclarecimentos à Comissão de Valores Mobiliários, que “não tem conhecimento de qualquer decisão tomada, operação aprovada, proposta formal ou instrumento vinculativo celebrado relacionado à eventual cisão da companhia ou à segregação de ativos entre referidos acionistas”.

O esclarecimento ocorreu após o Valor Econômico divulgar uma matéria em 21 de maio intitulada “Exclusivo: O desenho do plano de cisão e o futuro de Birman e Jatahy”, onde reporta supostas discussões envolvendo a cisão da Azzas e potencial segregação de ativos entre os acionistas de referência signatários do acordo de acionistas, Alexandre Café Birman e Roberto Luiz Jatahy Gonçalves.

Ainda segundo a companhia, acionistas de referência signatários do acordo de acionistas manifestaram-se no sentido de que, na presente data, não mantêm qualquer interação, tratativa ou negociação que tenha por objeto eventual cisão da companhia ou segregação de ativos.

Copel (CPLE3) repactua dívida de R$ 420,6 milhões

A Copel (CPLE3) informou que a Elejor (Centrais Elétricas do Rio Jordão), concluiu a renegociação das parcelas relacionadas ao encargo de Uso de Bem Público (UBP), cobrado pelo uso de recursos hídricos na geração de energia elétrica.

A Elejor é uma sociedade de propósito específico controlada majoritariamente pela Copel.

Conforme valor apurado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), a quantia devida é de R$ 420,6 milhões e ainda será corrigido pela taxa Selic acumulada entre 8 de dezembro de 2025 e a data do pagamento, explicou a Copel em um fato relevante.

A repactuação envolve as usinas hidrelétricas de Santa Clara e Fundão.

A Copel afirmou ainda que a renegociação busca ajustar o cronograma de desembolsos ligados às concessões de geração, favorecendo o equilíbrio econômico-financeiro do projeto e a sustentabilidade da Elejor no longo prazo.

Petrobras informa sobre composição do comitê de auditoria estatutário 

A Petrobras (PETR3, PETR4) informou nesta segunda-feira, 25, que seu conselho de administração aprovou mudanças na composição do comitê de auditoria estatutário (CAE). Foram eleitos dois novos membros: Renato Campos Galuppo e Marcelo Gasparino da Silva, ambos membros independentes do Conselho de Administração da Petrobras. O comitê permanece com os membros externos Eugênio Tiago Chagas Cordeiro e Teixeira e Newton de Araujo Lopes. Renato Campos Galuppo assumirá seu mandato como membro e presidente do CAE a partir de 10/07/2026, sucedendo Fábio Veras de Souza, que permanecerá no comitê até 09/07/2026 como membro externo e presidente interino até essa data.

Lupatech (LUPA3) protocola pedido de homologação de plano de recuperação extrajudicial

A Lupatech (LUPA3) protocolou pedido de homologação de plano de recuperação extrajudicial, em aditamento à Tutela Cautelar anteriormente ajuizada.

A informação foi divulgada no fim da noite de segunda-feira, 25.

O pedido de recuperação extrajudicial foi protocolado em conjunto com as subsidiárias Mipel Indústria e Comércio de Válvulas, Lochness Participações, Prest Perfurações UEP – Equipamentos e Serviços para Petróleo, UPC – Perfuração e Completação e SOTEP Sociedade Técnica de Perfuração.

O objetivo é implementar a reestruturação de passivos de natureza trabalhista e quirografária das referidas sociedades e que somam, respectivamente, R$ 40,8 milhões e R$ 254,6 milhões.

Segundo a companhia, na presente data, o plano conta com a adesão expressa de credores signatários titulares de 55,4% e 42% das dívidas de natureza trabalhista e quirografária, respectivamente, sendo percentual suficiente para o ajuizamento da recuperação extrajudicial.

A Lupatech e suas subsidiárias dispõem do prazo de 90 dias, a contar do processamento da recuperação extrajudicial, para, no caso dos créditos de natureza quirografária, obter a adesão mínima adicional para a homologação do seu plano, assegurando, assim, a vinculação de 100% dos créditos sujeitos.

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