Mercados nesta quinta, repercussão do resultado do Itaú, notícia da Azzas, Assaí, Porto e de outras empresas
Bolsas, petróleo e bitcoin (7h55)
Alemanha (DAX): -0,38%
Londres (FTSE 100): -0,30%
Japão (Nikkei 225): -0,73% (pregão encerrado)
China (Xangai Comp.): -0,64% (pregão encerrado)
Hong Kong (Hang Seng): +0,14% (pregão encerrado)
Petróleo Brent: -1,53% (US$ 68,4). O Brent é referência para a Petrobras.
Petróleo WTI: -1,55% (US$ 64,1)
Bitcoin futuro: -2,31% (US$ 70.957)
Ouro (contrato para fev/26 – onça-troy): -1,12% (US$ 4.895)
Minério de ferro em Dalian (7h54 – hora de Brasília)
Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em queda de 1,73% a 768,5 iuanes (US$ 110,7). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas.
Futuros de ações em Nova York
Às 7h55 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em queda de 0,12% e o S&P 500 futuro com valorização de 0,02%. Nasdaq futuro subia 0,17%.
Notícias corporativas
Itaú(ITUB4) reporta lucro de R$ 12,3 bi no 4T25; banco anuncia recompra de ações
Para a Genial Investimentos, o Itaú entregou mais um trimestre “sólido e consistente” com a rentabilidade voltando a avançar, mantendo ampla vantagem competitiva frente aos principais pares.
Já para a XP, o Itaú entregou um sólido 4T25, com resultados em linha com as expectativas e ROE acima de 24%. O NII permaneceu resiliente, apoiado pela margem com clientes. A XP atualizou as estimativas para o Itaú, incorporando os resultados do 4T25, o guidance para 2026 e as projeções macroeconômicas. Como resultado, o novo preço-alvo para 2026 é de R$ 51 (antes era R$ 45).
O Itaú teve lucro recorrente gerencial de R$ 12,3 bilhões no quarto trimestre de 2025 (4T25). Esse valor corresponde à alta de 13,2% em relação ao mesmo trimestre de 2024 (4T24). No acumulado de 2025 o resultado recorrente gerencial ficou em R$ 46,8 bilhões, crescimento de 13,1% em relação a 2024. No trimestre o ROE foi de 24,4%.
A carteira de crédito aumentou 6,3% no consolidado e 5,2% no Brasil no trimestre, enquanto os crescimentos anuais foram de 6,0% e de 6,6%, respectivamente.
A carteira de pessoas físicas do Brasil cresceu 3,9%, com aumento de 8,0% em cartão de crédito e 3,4% em crédito imobiliário. No trimestre, a carteira de crédito consignado avançou 4,0%, com crescimento de 27,5% no consignado privado.
A carteira de micro, pequenas e médias empresas avançou 8,8% no trimestre, com destaque para o crescimento de 10,0% da carteira de programas governamentais, principalmente em pequenas empresas, e de 12,0% em médias empresas por conta da maior demanda.
Na comparação trimestral, a margem financeira com clientes cresceu 1,5%. Essa evolução positiva ocorreu principalmente em função do maior volume médio de crédito, da maior margem com passivos, além do maior resultado com capital de giro próprio, explicou o banco.
O índice de inadimplência entre 15 e 90 dias, incluindo títulos e valores mobiliários, recuou 0,4 p.p. e fechou o trimestre em 1,6%. No segmento de grandes empresas no Brasil, a redução foi de 1,0 p.p. com o indicador de curto prazo encerrando o trimestre em 0,03%. As reduções, tanto no consolidado quanto em grandes empresas, ocorreram por conta de um cliente específico que entrou em atraso no trimestre anterior e que teve a carteira cedida no quarto trimestre, afirmou o Itaú.
O índice de inadimplência acima de 90 dias consolidado, incluindo títulos e valores mobiliários, permaneceu estável, assim como o indicador das operações no Brasil, que se mantiveram em 1,9% e 2,0%, respectivamente.
O custo do crédito apresentou um aumento de 2,8% na comparação trimestral e ficou em R$ 9,4 bilhões. O indicador de custo do crédito sobre a carteira média permaneceu no mesmo patamar do trimestre anterior, 2,6%.
As receitas de serviços e seguros avançaram 5,9%. Houve aumento de 17,1% das receitas com banco de investimento e corretagem, por conta da emissão e distribuição de títulos de renda fixa.
O conselho de administração aprovou nesta quarta-feira, 4, novo programa de recompra de ações de emissão própria, que passará a vigorar a partir desta data até 04.08.2027, autorizando a aquisição de até 200 milhões de ações preferenciais de emissão própria, sem redução do valor do capital social. O novo programa de recompra das ações tem como objetivos prover a entrega de ações aos funcionários e administradores da companhia e de suas controladas no âmbito dos seus modelos de remuneração, dos seus planos de incentivos de longo prazo e de seus projetos institucionais; e cancelar ações de emissão da companhia, explicou o Itaú.
Porto (PSSA3) reporta lucro líquido de R$ 838,7 milhões no 4T25, alta anual de 25%
A Porto (PSSA3) divulgou nesta quinta-feira, 5, que teve lucro líquido de R$ 838,7 milhões no quarto trimestre de 2025 (4T25). Esse valor corresponde à alta de 25% na comparação com o mesmo trimestre de 2024 (4T24). No acumulado de 2025, o lucro líquido somou R$ 3,4 bilhões, alta de 28%.
No 4T25, as receitas atingiram R$ 11 bilhões, um incremento de 11% frente ao mesmo período do ano anterior.
No 4T25 o Retorno sobre o Patrimônio Líquido Médio (ROAE) foi de 22,5%, alta de 2,2 p.p. em relação ao 4T24.
Em 2025 o ROAE foi de 22,7%, com expansão de 2,7 p.p. em relação a 2024.
O conselho de administração da Porto (PSSA3) aprovou a renovação do programa de recompra de ações. A aquisição respeitará o limite de até 18.473.647 ações ordinárias, que representam 10% do total de ações em circulação. O programa encerrará em 3 de fevereiro de 2027.
Assaí (ASAI3) elege novo CFO
O conselho de administração do Assaí (ASAI3) aprovou a eleição de Rafael Sachete da Silva para o cargo de vice-presidente de finanças (CFO) da companhia, com efeitos a partir de 23 de março de 2026. Com a eleição de Rafael Sachete da Silva, Aymar Giglio Jr. deixará de ocupar o cargo interino de vice-presidente de finanças não-estatutário, permanecendo como diretor de tesouraria. Rafael Sachete da Silva possui mais de 20 anos de experiência em gestão financeira e executiva, tendo atuado no grupo Azzas 2154 como CFO, além de ter exercido a função de CEO da divisão de calçados, com atuação relevante em estratégia, planejamento financeiro e relacionamento com o mercado de capitais.
Azzas (AZZA3) integrará a gestão das unidades de negócio Shoes & Bags e Basic
A Azzas (AZAI3) informou que, seguindo seu compromisso de gerar sinergias e fortalecer a companhia, integrará a gestão das unidades de negócio Shoes & Bags e Basic. Esse movimento reflete o objetivo de simplificação e geração de valor, explicou a companhia.
As semelhanças e complementaridades entre as referidas unidades de negócio, tais como, a origem industrial e a distribuição majoritariamente nos canais B2B – tendo o franchising como uma base relevante do modelo de negócios, dentre outras, possibilitam este movimento já planejado em sua estratégia de negócio, afirmou a Azzas em um comunicado.
A varejista informou a unificação do cargo de CEO de Shoes & Bags e Basic, que passará a ser ocupado por David Python, que possui comprovada experiência no setor de calçados, incluindo sete anos de atuação na Arezzo&Co e 12 anos de experiência internacional neste setor. Rafael Sachete permanecerá na companhia até a segunda quinzena de março. Sachete foi eleito o novo CFO do Assaí.
Itaú (ITUB4) pagará em 6 de março JCP aprovado em novembro de 2025
O Itaú Unibanco (ITUB4) divulgou que, conforme divulgado em 27 de novembro de 2025, o pagamento dos juros sobre o capital (JCP), no valor bruto de R$ 0,369750 por ação (valor líquido de R$ 0,3142875 por ação), ocorrerá no próximo dia 6 de março, tendo como base de cálculo a posição acionária final registrada no dia 9 de dezembro de 2025, com suas ações negociadas “ex-direito” desde o dia 10 de dezembro de 2025.
Petrobras divulgará relatório de produção e vendas em 10/02 e resultado do 4T25 em 5/03
A Petrobras (PETR3, PETR4) informou a agenda de divulgação dos resultados do 4º trimestre de 2025 (4T25).
A petroleira estatal divulgará o relatório de produção e vendas referente ao 4T25 no dia 10 de fevereiro e os resultados financeiros do 4T25 no dia 5 de março, ambos após o fechamento dos mercados.
No dia 6 de março, em horário a ser oportunamente divulgado ao mercado, será realizado um webcast para apresentação dos resultados da companhia referentes ao quarto trimestre de 2025. O evento será conduzido em português, com tradução simultânea para o inglês.
Conselho da Oncoclínicas (ONCO3) elege vice-presidente executiva
O conselho de administração da Oncoclínicas (ONCO3) aprovou, por unanimidade, a eleição de Camille Loyo Faria para o cargo de vice-presidente executiva da companhia.
No exercício do cargo, Camille Faria ficará responsável pela liderança estratégica de diretorias corporativas e de negócio do grupo Oncoclínicas, incluindo as áreas Jurídica e Compliance, Operações, Novos Negócios, Suprimentos, Tecnologia da Informação e Recursos Humanos. Camille Faria acumulará ainda os cargos de diretora executiva financeira e de diretora executiva de relações com investidores da companhia em substituição a Cristiano Camargo que deixa a Companhia na presente data.
Bruno Ferrari, diretor presidente da Oncoclínicas, permanecerá responsável pela gestão das áreas médica e científica e de parcerias estratégicas com operadoras de planos de saúde até que o conselho de administração conclua seu processo de sucessão.
Camille Faria ocupou os cargos de Diretora de Finanças e de Relações com Investidores da Americanas de fevereiro de 2023 a novembro de 2025, da TIM de agosto de 2021 a janeiro de 2023 e da Oi de novembro de 2019 a agosto de 2021, tendo anteriormente atuado na área de Investment Banking do Bank of America Merrill Lynch entre abril de 2015 e outubro de 2019. Camilla Faria teve, ainda, passagens pelas áreas de Investment Banking do Bradesco BBI e do Morgan Stanley, como diretora responsável pelos setores de Energia, Tecnologia/Mídia/Telecom e Indústrias. Também desempenhou funções executivas no setor de telecomunicações e infraestrutura, tendo ocupado as posições de CEO da Multiner, CFO da Terna Participações e de Líder de Estratégia na Embratel e no grupo Telecom Italia no Brasil e na América Latina.
A contratação de Camille Faria integra o conjunto de iniciativas estratégicas implementadas pela companhia ao longo dos últimos meses relacionadas à descontinuação de operações “non core”, disciplina operacional, melhoria da estrutura de capital, aumento de rentabilidade e otimização do posicionamento estratégico da companhia de acordo com as condições de mercado e objetivos de longo prazo, afirmou a Oncoclínicas.
Log-In (LOGN3) conclui compra de imóvel em Manaus que pertencia à Gradiente
A Log-In (LOGN3) divulgou que sua subsidiária Tecmar concluiu a aquisição do imóvel comercial localizado em Manaus de propriedade da Gradiente. O montante pago foi R$ 40 milhões. A companhia reiterou o entendimento de que a operação irá capturar sinergias estratégicas e necessárias para a expansão dos negócios da Tecmar na região.
Schulz (SHUL4) anuncia mudança da estrutura organizacional da unidade automotiva
A Schulz (SHUL4) anunciou que promoveu alterações em sua diretoria executiva não estatutária. A diretoria de operações da unidade automotiva passa a ser ocupada por Aldrin Salles, anteriormente superintendente industrial.
O executivo atua há 18 anos na companhia e possui mais de 25 anos de experiência no setor automotivo, com trajetória consolidada nas áreas de fundição, usinagem e pintura, além de reconhecida experiência em gestão industrial, automatização de processos, robotização e profundo conhecimento dos produtos, processos e mercados atendidos.
A Schulz aprovou também a criação da diretoria comercial da Unidade Automotiva, nova posição em sua estrutura organizacional. O cargo será exercido por Edmilson Holtz, até então superintendente comercial da Unidade Automotiva. O executivo integra o quadro da companhia há mais de 40 anos.
Os executivos mencionados se reportarão diretamente ao Sandro Trentin, CEO da Schulz.
Vitru Educação (VTRU3) anuncia novo CEO
A Vitru Educação (VTRU3) iniciou o processo de transição da posição de diretor presidente (CEO), como parte de seu plano de sucessão executiva e do aprimoramento contínuo de sua governança corporativa.
O conselho de administração aprovou na quarta-feira, 4, o início do período de transição da posição de CEO, atualmente ocupada por William Matos, para José Aroldo Alves Jr.
O processo de transição ocorrerá até 29 de abril de 2026, com o objetivo de garantir uma condução estruturada, assegurando a continuidade estratégica, a preservação do conhecimento institucional e a observância das melhores práticas de governança. Ao final desse período, William Matos deixará as funções executivas e passará a integrar o conselho de administração, continuando a contribuir ativamente com a companhia a partir dessa nova posição.
José Aroldo Alves Jr. assumirá, a partir de então, integralmente a posição de CEO.
Desde a combinação de negócios com a UniCesumar, em 2021, a Vitru vem executando uma estratégia consistente de crescimento escalável. Ao longo de quatro anos à frente da Vitru, William Matos exerceu papel central na consolidação da companhia, fortalecendo seus pilares acadêmicos, expandindo o modelo digital, liderando a integração cultural entre as operações, capturando sinergias relevantes e conduzindo marcos estratégicos importantes, como a migração para o Novo Mercado da B3 e a adaptação da companhia ao novo marco regulatório do setor educacional.
Em outubro de 2025, a Vitru anunciou a contratação de José Aroldo Alves Jr., executivo com sólida trajetória no setor educacional, com ampla experiência em planejamento de operações e execução de modelos de ensino a distância, presencial. Ao longo de sua carreira, Aroldo liderou iniciativas relevantes de crescimento, eficiência operacional e integração de modelos educacionais em escala, sendo reconhecido por sua capacidade de combinar visão estratégica com execução disciplinada.
Divulgam resultado do 4T25 nesta quinta, 5:
Bradesco, BrasilAgro, BR Partners, Multiplan – após o fechamento do mercado.
Paga provento nesta quinta, 5:
Banco Santander Brasil (SANB11)
O Banco Santander paga a partir desta quinta-feira, 5, os JCP anunciados em 22 de dezembro/25. O valor líquido por unit é R$ 0,14. O valor líquido por ação ordinária é R$ 0,06. O valor líquido por ação preferencial é R$ 0,07. Tem direito aos juros sobre o capital próprio aprovados acionistas inscritos nos registros da companhia no final do dia 2 de janeiro de 2026 (inclusive).
O Santander Brasil também paga a partir da quinta-feira, 5, os JCP anunciados em 9 de janeiro/26. O valor líquido por unit SANB11 é de R$ 0,44. O valor líquido por ação ON é R$ 0,21. E o valor líquido por ação PN é R$ 0,23. Tem direito a esses JCP acionistas inscritos nos registros da companhia no final do dia 20 de janeiro de 2026 (inclusive).
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