Mercados nesta terça, minério, petróleo cai, prejuízo menor da Cosan, lucro da Direcional e outras notícias

Bolsas, petróleo e bitcoin (7h47)

A sessão desta terça-feira é marcada pela queda do preço do petróleo e alta nas Bolsas, após o presidente norte-americano, Donald Trump, afirmar na segunda-feira que a guerra contra o Irã “terminará muito em breve”. 

Alemanha (DAX): +2,36% 

Londres (FTSE 100): +1,53%

Japão (Nikkei 225): +3% (pregão encerrado)

China (Xangai Comp.): +0,65% (pregão encerrado)

Hong Kong (Hang Seng): +2,17% (pregão encerrado)

Petróleo Brent: -6,41% (US$ 92,6). O Brent é referência para a Petrobras.

Petróleo WTI: -5,59% (US$ 89,5)

Bitcoin futuro: +2,54% (US$ 70.960)

Ouro (contrato para fev/26 – onça-troy): +1,39% (US$ 5.174)

Minério de ferro em Dalian (7h44 – hora de Brasília) 

Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em alta de 0,26% a 784 iuanes (US$ 113,44). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas. 

Futuros de ações em Nova York 

Às 7h48 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em alta de 0,21% e o S&P 500 futuro com valorização de 0,20%. Nasdaq futuro subia 0,34%.

Notícias corporativas

Cosan reporta prejuízo de R$ 5,8 bilhões no 4T25

A Cosan (CSAN3) teve no quarto trimestre de 2025 (4T25) prejuízo de R$ 5,8 bilhões, representando uma queda de 38% em relação ao prejuízo do mesmo trimestre de 2024 (4T24).

“O desempenho foi impactado, principalmente, por efeitos pontuais e sem efeito caixa do impairment (perda por redução ao valor recuperável) de determinados ativos da Raízen, reconhecidos em função da aplicação de procedimentos contábeis decorrentes da incerteza significativa quanto à sua continuidade operacional (going concern), decorrente do desequilíbrio de sua estrutura de capital”, afirmou a Cosan no release de resultados.

No acumulado do ano, a Cosan registrou um prejuízo de R$ 9,7 bilhões, majoritariamente explicado pelo prejuízo reportado na Raízen. Na comparação anual, a alta de 3% no prejuízo reflete, principalmente, o reconhecimento do impairment das ações da Vale, ocorrido em 2024.

A dívida líquida expandida do Corporativo somou R$ 9,8 bilhões ao final do trimestre, uma redução de 46% na comparação com o 3T25. A queda deveu-se, principalmente, à entrada dos recursos em novembro, resultado das ofertas públicas de ações e consequente injeção de capital, da venda de ações da Rumo com celebração de total return swap e do impacto positivo da variação cambial nos bonds. Em contrapartida, passamos a incluir a estrutura de ações preferenciais da Cosan Dez na dívida líquida, uma vez que o instrumento renegociado possui cláusula de opção de venda (put option).

PetroReconcavo (RECV3) tem leve alta na produção em fevereiro

A PetroReconcavo (RECV3) informou seus dados de produção e entrega referentes ao mês de fevereiro de 2026. A produção média do mês de fevereiro foi de 24,4 mil boe/dia, aumento de 1,1% em relação ao mês anterior. O incremento de produção tem como principal causa a entrada de poços em produção após execução de projetos de workover nos ativos.

No Ativo Potiguar, a produção foi de 12,2 mil boe/dia, aumento de 0,8% em relação ao mês anterior, sendo a produção de petróleo de 7,5 mil bbl/dia e a de gás de 4,7 mil boe/dia. No Ativo Bahia, a produção foi de 12,1 mil boe/dia, aumento de 1,3% em relação ao mês anterior, sendo a produção de petróleo de 6,3 mil bbl/dia e a de gás de 5,9 mil boe/dia.

Grendene (GRND3) celebra carta de intenções com a Pajar para possível venda da GGB nos EUA

A Grendene (GRND3) celebrou nesta data carta de intenções (Letter of Intent) não vinculante com a Pajar Distribution Ltéé para a possível venda de 100% do capital social da Grendene Global Brands USA (GGB), com sede nos Estados Unidos.

A GGB é subsidiária integral da Grendene.

“Essa transação está alinhada à estratégia da companhia de fortalecer sua presença no mercado norte-americano por meio de parceiros locais, buscando maior eficiência operacional, incremento de rentabilidade, redução da exposição a operações internacionais e otimização de sua estrutura societária e de capital”, afirmou a Grendene em um comunicado.

A celebração do Share Purchase Agreement (contrato de compra e venda de ações) pelas partes e o consequente fechamento da transação, estão sujeitas ao cumprimento de condições precedentes usuais para negócios dessa natureza, incluindo, mas não se limitando à conclusão de due diligence confirmatória pela compradora.

Grupo SBF (SBFG3) reporta lucro líquido ajustado de R$ 162,4 milhões no 4T25

O Grupo SBF (SBFG3) teve no quarto trimestre de 2025 (4T25) lucro líquido ajustado de R$ 162,4 milhões, queda de 4,7% em relação ao mesmo trimestre de 2024 (4T24). A companhia é dona da Centauro e da Fisia.

No acumulado de 2025 o lucro líquido ajustado somou R$ 427,6 milhões, leve alta de 2,4% em relação a 2024.

O Ebitda ajustado foi de R$ 224,6 milhões no 4T25, queda de 4,9% na base anual de comparação.

A receita líquida consolidada atingiu R$ 2,42 bilhões no 4T25, alta de 11,8% na comparação com o 4T24.

Direcional (DIRR3) reporta lucro líquido ajustado de R$ 211,4 milhões no 4T25, alta de 27,7%

A Direcional (DIRR3) teve no quarto trimestre de 2025 (4T25) lucro líquido ajustado de R$ 211,4 milhões, crescimento de 27,7% na comparação com o mesmo trimestre de 2024 (4T24).

O ‌Ebitda ajustado foi recorde e somou R$ 346 ‌milhões, expansão de 39% em relação ao 4T24.

A receita líquida da Direcional cresceu ‌33% no 4T25, para R$ 1,2 ‌bilhão.

Tegma (TGMA3) reporta lucro de R$ 52,2 milhões no 4T25, queda  38,7% na base anual

A Tegma (TGMA3) teve no quarto trimestre de 2025 (4T25) lucro líquido de R$ 52,2 milhões, 38,7% inferior ao do mesmo trimestre de 2024 (4T24), representando uma redução de 5,1 p.p. na margem líquida, atingindo 8,6%. Esse resultado é atribuído à queda do resultado operacional e da redução da equivalência patrimonial no período.

O Ebitda do 4T25 foi de R$ 81,4 milhões, queda de 35,4% em relação ao 4T24, em função da queda de indicadores operacionais e maior recolhimento de impostos.

A receita líquida do 4T25 foi de R$ 610 milhões, 2% inferior na comparação anual, reflexo da redução da quantidade de veículos transportados, explicada perda de participação de mercado de clientes relevantes. Na logística integrada, houve a perda de um contrato relevante finalizado no 2T25.

Track&Field (TFCO4) reporta lucro líquido ajustado de R$ 56,5 milhões no 4T25

A Track&Field (TFCO4) teve no quarto trimestre de 2025 (4T25) lucro líquido ajustado consolidado de R$ 56,5 milhões, crescimento de 40,5% em relação ao mesmo trimestre de 2024 (4T24), com margem líquida de 17,5% (+2,8 p.p. vs 4T24). Em 2025, o lucro líquido foi de R$ 171,5 milhões, com avanço de 36,5%. Sem ajustes, o lucro líquido no 4T25 somou R$ 43,6 milhões, alta de 7,5% em relação ao 4T24.

O Ebitda ajustado consolidado somou R$ 78,3 milhões no 4T25, crescimento de 34,3% na base anual de comparação, com margem Ebitda de 24,2% (+2,9 p.p. no ano).

A receita líquida consolidada atingiu R$ 323,1 milhões no 4T25, crescimento de 18,2% vs. 4T24 (R$ 273,3 milhões), com destaque para crescimento de 20,7% nas vendas da rede própria e 28,2% na receita de royalties, canais com melhores margens, compensando o menor volume de sell in no período decorrente das antecipações de compras realizadas no 3T25. No ano, a companhia alcançou pela primeira vez R$ 1 bilhão em receita.

Divulgam resultado do 4T25 nesta terça:

Prio, Allos, Cury – após o fechamento do mercado.

Companhias que têm ‘data com’ nesta terça:

Gerdau (GGBR4) e Metalúrgica Gerdau (GOAU4)

A ‘data com’ para ter direito ao dividendo da Gerdau e da Metalúrgica Gerdau, anunciado em 23 de fevereiro, é nesta terça-feira 10. Os papéis das empresas passam a ser negociados ex-dividendo a partir de 11 de março. A Gerdau vai pagar R$ 0,10 por ação ordinária e preferencial em 18 de março. A Metalúrgica Gerdau vai pagar R$ 0,05 por ação no dia 19 de março.

Coelba (CEEB5)

A ‘data com’ para ter direito aos JCP da Coelba anunciados em 5 de março, é nesta terça 10. A partir de 11 de março as ações passarão a ser negociadas ex-proventos. O valor de 135,1 milhões é correspondente a R$ 0,49 por ação ordinária, R$ 0,49 por ação preferencial classe A, e a R$ 0,54 por ação preferencial classe B. O pagamento será realizado até 31 de dezembro de 2026.

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