Mercados nesta quinta, dividendo da CPFL, Taesa e Metal Leve, notícia da Sanepar, resultado da Suzano, Motiva, Multiplan e outros destaques

Os mercados reagiram de forma negativa ao longo da quarta‑feira, em meio ao aumento das tensões geopolíticas no Oriente Médio e à piora na leitura de risco global. O avanço do petróleo, com o Brent voltando a tocar a faixa de US$ 110, pressionou os ativos de risco, levando à queda das bolsas, alta dos juros e fortalecimento do dólar. No Brasil, o Ibovespa recuou mais de 2%, registrando a sexta sessão consecutiva de queda, enquanto os juros futuros abriram ao longo da curva e o dólar subiu para perto de R$ 5,00, acompanhando o movimento externo.

Entre os destaques do pregão, as ações da Vale caíram mais de 5% após a divulgação de seus resultados, pesando de forma relevante sobre o índice. Diante do movimento, nosso time analisou se a queda da companhia representa um sinal de atenção estrutural ou apenas um recuo de curto prazo dentro de um cenário mais volátil. Clique aqui para conferir a análise completa.

O ambiente mais estressado foi reforçado pela decisão de política monetária nos Estados Unidos. O Federal Reserve manteve os juros inalterados, mas adotou um discurso mais cauteloso. Jerome Powell destacou os riscos inflacionários associados ao conflito geopolítico e a possíveis choques de oferta, especialmente no setor de energia. As falas do presidente do Fed impulsionaram os rendimentos dos Treasuries e contribuíram para a deterioração do humor nos mercados globais.

Aqui no Brasil, a decisão do Copom também veio com um tom claramente prudente. O comitê reduziu a Selic em 0,25 ponto percentual, levando a taxa básica para 14,5% ao ano. Apesar de a decisão já ser amplamente esperada, o comunicado trouxe sinalizações importantes sobre os próximos passos da política monetária. E é justamente isso que detalhamos no texto no link a seguir: o que disse o Banco Central e o que esperamos da Selic nas próximas decisões.

Bolsas, petróleo e bitcoin (7h55)

Alemanha (DAX): +0,37% 

Londres (FTSE 100): +1,03%

Japão (Nikkei 225): -0,98% (pregão encerrado)

China (Xangai Comp.): +0,11% (pregão encerrado)

Hong Kong (Hang Seng): -1,28% (pregão encerrado)

Petróleo Brent: -1,19% (US$ 116,6). O Brent é referência para a Petrobras.

Bitcoin futuro: +0,48% (US$ 76.362)

Ouro (contrato para fev/26 – onça-troy): +1,95% (US$ 4.650)

Minério de ferro em Dalian (7h54 – hora de Brasília) 

Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em alta de 1,60% a 796 iuanes (US$ 116,4). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas. 

Futuros de ações em Nova York 

Às 7h54 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em queda de 0,11% e o S&P 500 futuro tinha valorização de 0,16%. Nasdaq futuro subia 0,30%.

Notícias corporativas 

Irani (RANI3) reporta lucro de R$ 19,4 milhões no 1T26, queda anual de 68,1% 

A Irani (RANI3) divulgou nesta quinta-feira, 30, que teve no primeiro trimestre de 2026 (1T26) lucro líquido de R$ 19,4 milhões, redução de 50,2% em relação ao trimestre anterior (4T25) e de 68,1% frente ao primeiro trimestre de 2025 (1T25). O menor resultado reflete principalmente os efeitos das paradas programadas das máquinas de papel 05 e 01 e da Caldeira de força, explicou a companhia. As paradas impactaram temporariamente a produção de papéis, demandando a aquisição complementar de papéis rígidos no mercado para a produção de embalagens, além de reduzir o volume de vendas de papéis rígidos e flexíveis.

O Ebitda Ajustado atingiu R$ 113,5 milhões no 1T26, com margem de 27,7%, retração de 11,3% em relação ao 4T25, e de 17,1% frente ao 1T25.

O Ebitda Ajustado da Operação Continuada, que reflete exclusivamente o desempenho recorrente dos negócios que permanecem no portfólio, somou R$ 113,5 milhões no 1T26, redução de 16,7%.

A receita líquida no 1T26 totalizou R$ 409,8 milhões, com retração de 1,5% em relação ao 4T25 e 3,1% frente ao 1T25. Segundo a Irani, a redução frente ao 1T25 reflete o menor volume de venda de papéis, devido às paradas de máquinas, ao menor dólar médio do período, afetando as exportações e ao menor volume de embalagens.

CPFL Energia (CPFE3): assembleia aprova dividendo

A assembleia da CPFL Energia (CPFE3), realizada na quarta-feira, 29 de abril, aprovou a distribuição e o pagamento de dividendos no montante de R$ 4,299 bilhões. Esse valor equivale a R$ 3,731536204 por ação ordinária de emissão da companhia. O pagamento dos dividendos será efetuado até 31 de dezembro de 2026, em datas específicas a serem oportunamente informadas aos acionistas. Tem direito aos dividendos acionistas detentores de ações em 29 de abril de 2026. A partir desta quinta-feira, 30 de abril, as ações serão negociadas “ex-dividendo”.

Os dividendos aprovados pela assembleia da Taesa nesta quarta, 29

A Assembleia Geral Ordinária da Taesa (TAEE3, TAEE4 e TAEE11) aprovou na quarta-feira, 29, a destinação do lucro líquido do exercício de 2025.

Foram aprovados R$ 52,9 milhões em dividendos mínimos obrigatórios remanescentes e R$ 260,2 milhões em dividendos adicionais a serem pagos em 27 de maio de 2026, com base na posição acionária de quarta-feira, 29 de abril. A partir desta quinta, 30 de abril, as ações passarão a ser negociadas “ex-dividendos”. Esses dividendos já tinham sido aprovados pelo conselho de administração em março deste ano. O valor por unit TAEE11 é de R$ 0,90. O valor por ação TAEE3, TAEE4 é de R$ 0,30.

Sanepar (SAPR11, SAPR4) define data de pagamento de JCP deliberado em junho e dezembro de 2025

A Sanepar (SAPR11, SAPR4) divulgou na quarta-feira, 29, que sua assembleia geral ordinária aprovou o pagamento dos juros sobre o capital próprio relativos ao 1º e ao 2º semestre de 2025, deliberados nas reuniões do conselho de administração de 18/06/2025 e 18/12/2025, respectivamente. O pagamento desses JCP está programado para o dia 26 de junho de 2026.

Em 18 de junho de 2025 o conselho deliberou o pagamento de R$ 420,3 milhões, valor que corresponde a R$ 0,26 por ação ordinária, R$ 0,28 por ação preferencial, e a R$ 1,40 por unit. Tem direito a esses JCP quem tinha ações em 30 de junho de 2025 (data de corte). Desde 1 de julho de 2025 as ações são negociadas ex-juros.

Em 18 de dezembro de 2025 o conselho deliberou o pagamento de R$ 164,9 milhões, que corresponde a R$ 0,10 por ação ordinária, R$ 0,11 por ação preferencial, e a R$ 0,55 por unit. Tem direito a esses JCP quem tinha ações em 30 de dezembro de 2025. Desde 2 de janeiro de 2026, as ações são negociadas ex-JCP.

Mahle Metal Leve (LEVE3): assembleia aprova dividendo

A Mahle Metal Leve (LEVE3) informou na quarta-feira, 29, que sua assembleia geral ordinária, realizada nesta data, aprovou o pagamento de dividendos no montante total de R$ 275.993.704,13 (correspondente a R$ 2,0362678206 por ação).

A quantia de R$ 34.340.677,77 (correspondente a R$ 0,2533638124 por ação) é a título de dividendos obrigatórios; e a quantia de R$ 241.653.026,37 (R$ 1,7829040082 por ação) é a título de dividendos adicionais.

Terão direito a esses dividendos acionistas constantes da posição acionária da companhia na quarta, 29 de abril (data de corte), sendo certo que a partir de 30 de abril as ações serão negociadas na bolsa de valores “ex-direito” aos dividendos, que serão pagos em 27 de maio de 2026.

O valor bruto por ação dos dividendos declarados e aprovados na assembleia, de R$ 2,0362678206 poderá ser modificado em razão das variações na quantidade de ações decorrentes de emissões de ações ou negociações com as próprias ações pela companhia, incluindo, entre outras, aquelas decorrentes de exercícios de opções de compra de ações.

Vitru Educação (VTRU3): assembleia aprova dividendo

A assembleia da Vitru Educação (VTRU3) aprovou a distribuição do dividendo mínimo obrigatório. O valor total soma R$ 3.698.913,28 e corresponde a R$ 0,025117015 por ação ordinária. Terão direito ao dividendo declarado as pessoas que constarem como acionistas da companhia, no encerramento do pregão da B3 de 30 de abril de 2026 (data-base), respeitadas as negociações realizadas até esta data, inclusive. As ações da Vitru serão negociadas “ex-dividendos” a partir do dia 4 de maio de 2026, inclusive. O pagamento dos dividendos será realizado em 18 de junho de 2026.

Melnick (Melk3): assembleia aprova dividendos complementares

A Melnick (Melk3) informou que sua assembleias gerais ordinária e extraordinária aprovaram a distribuição de dividendos no montante de R$ 94.106.651,47, correspondente a aproximadamente 88,40% do lucro líquido referente ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2025, ajustado após constituição de reserva legal.

Em razão dos dividendos intercalares no valor de R$ 73.785.846,83, que já foram pagos aos acionistas, resta pendente o pagamento do valor de R$ 20.320.804,64, correspondentes a R$ 0,10037312151 por ação.

Os dividendos complementares declarados serão pagos até 31 de dezembro de 2026, em data a ser informada. Têm direito ao recebimento dos dividendos complementares os acionistas detentores de ações em 29 de abril de 2026, inclusive. A partir desta quinta, 30 de abril, as ações passarão a ser negociadas ex-dividendos.

Companhia Brasileira de Alumínio (CBAV3): assembleia aprova dividendo

A Companhia Brasileira de Alumínio (CBAV3) informou que  sua assembleia geral ordinária aprovou o pagamento de dividendos no valor total de R$ 28.747.001,70, relativos à destinação do resultado do exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2025.

O valor, correspondente ao dividendo mínimo obrigatório de 25% do lucro líquido ajustado, equivale a R$0,0441532902 por ação.

O pagamento aos acionistas será realizado em até 60 dias, em data a ser divulgada pela companhia. A base de cálculo considera a posição acionária de 29 de abril de 2026. A partir desta quinta, 30 de abril, as ações de emissão da companhia serão negociadas “ex” dividendos.

Taurus Armas (TASA3, TASA4): assembleia aprova dividendo

A assembleia da Taurus Armas (TASA3, TASA4) aprovou o pagamento de dividendo no valor de R$ 0,0031102132 por ação ordinária e preferencial. Tem direito quem detinha ações na quarta-feira, 29 de abril. As ações passam a ser negociadas ex-direitos a partir desta quinta, 30 de abril, inclusive. A data de pagamento será em 15/06/2026.

Embraer (EMBJ3): assembleia aprova dividendo 

A Embraer (EMBJ3) informou que sua assembleia geral ordinária aprovou a distribuição de dividendos, com base no lucro líquido referente ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2025, no montante total de R$ 7.646.097,51.

O valor equivale a R$ 0,01074141828 por ação. Terão direito ao recebimento dos dividendos as pessoas inscritas como acionistas no encerramento do pregão da B3 em 11 de maio de 2026.

Com relação aos titulares de ADSs referenciados em ações de emissão da companhia e negociados na New York Stock Exchange (NYSE), o pagamento dos dividendos será efetuado conforme procedimentos aplicáveis pelo banco depositário JPMorgan Chase.

As ações e ADSs serão negociadas ex-dividendos na B3 e na NYSE a partir de 12 de maio de 2026.

Desktop (DESK3): assembleia aprova dividendo

Assembleia da Desktop (DESK3) aprovou o pagamento de dividendos complementares no montante total de R$ 5.105.496,57. O valor bruto é de R$ 0,043930629 por ação ordinária. Terão direito ao recebimento dos dividendos acionistas titulares de ações de emissão da companhia registrados como tal ao final do dia 29 de abril de 2026. As ações passam a ser negociadas ex-dividendos a partir desta quinta, 30 de abril. O pagamento dos dividendos será realizado até 30 de dezembro de 2026.

Suzano (SUZB3): lucro cai 32% no 1T26, a R$ 4,3 bilhões

O mercado repercute nesta sessão o resultado trimestral da Suzano (SUZB3). Para a XP, a Suzano reportou resultados abaixo do esperado no 1T26, com Ebitda ajustado de R$ 4,6 bilhões, refletindo volumes sazonalmente mais fracos em celulose e papel, parcialmente mitigados por um desempenho melhor de custos, especialmente em celulose. 

A companhia reportou lucro líquido de R$ 4,3 bilhões no primeiro trimestre de 2026 (1T26), queda de 32% em relação ao 1T25. O resultado refletiu preços mais altos de celulose, mas foi impactado pelo câmbio.

O Ebitda ajustado foi de R$ 4,6 bilhões, queda de 6% na comparação anual.  A receita líquida totalizou R$ 10,9 bilhões, 5% inferior frente ao 1T25.

Multiplan (MULT3): lucro líquido de R$ 316 milhões no 1T26

A Multiplan (MULT3) informou na noite desta quarta-feira, 29, que reportou lucro líquido de R$ 316,14 milhões no primeiro trimestre de 2026 (1T26), alta de 35% em relação ao 1T25.

O Ebitda foi de R$ 516,48 milhões no período, crescimento de 29% na comparação anual.

A receita operacional líquida sob o indicador NOI totalizou R$ 477,2 milhões ante R$465,4 milhões no primeiro trimestre de 2025.

Os principais vetores destes crescimentos foram a venda de participação de 10,0% no BH Shopping (MG) e a evolução da segunda fase do projeto Golden Lake, o Lake Eyre (RS). A receita com venda de imóveis atingiu R$ 300,9 milhões no período, com alta de 1.449,6% na comparação anual.

A Multiplan registrou ainda, fluxo de caixa operacional (FFO) de R$ 327,5 milhões no trimestre, alta de 18,0% em relação ao 1T25. A geração de caixa contribuiu para a redução da alavancagem, medida pela relação entre dívida líquida e EBITDA, que caiu de 2,33 vezes em dezembro de 2025 para 2,13 vezes ao final de março de 2026.

O NOI (resultado operacional líquido) somou R$ 477,2 milhões no trimestre, alta de 2,5%, com margem de 89,7%. O indicador foi impulsionado pelo avanço das receitas de locação (+6,6%) e de estacionamento (+11,7%). Nos últimos cinco anos, o NOI da Companhia cresceu a uma taxa média anual de 8,6%, evolução que sustentou este novo recorde para um primeiro trimestre.

“Os números refletem a consistência da nossa estratégia ao longo dos anos. Esse desempenho vem de um ciclo contínuo de investimentos nos nossos shoppings, com foco em expansões, revitalizações e melhoria do mix de lojas, sempre atentos ao comportamento do consumidor”, comenta Eduardo Kaminitz Peres, CEO da Multiplan.

Motiva (MOTV3) tem lucro ajustado de R$ 627 mi no 1º tri, alta de 16,3%

A Motiva (MOTV3) informou na noite desta quarta-feira, 29, que reportou lucro líquido ajustado de R$ 627 milhões no primeiro trimestre de 2026 (1T26), alta de 16,3% em relação ao 1T25.

O Ebitda ajustado foi de R$ 2,24 bilhões no período, 9,3% acima do registrado no mesmo trimestre do ano passado.

A receita líquida ajustada totalizou R$3,33 bilhões, crescimento de 5,7% na comparação anual.

O conselho de administração da Motiva (MOTV3) aprovou a abertura de um novo programa de recompra de ações. Poderão ser adquiridas até 3.600.000 ações ordinárias, o que corresponde a até 0,1782% do total de ações de emissão da companhia. O prazo máximo para a aquisição das ações é de 18 meses.

Agenda de proventos desta quinta, 30:

Banco Bradesco (BBDC4) 

O Bradesco paga nesta quinta-feira, 30, juros sobre o capital próprio intermediários anunciados em setembro de 2025. O pagamento ocorrerá pelo valor líquido de R$ 0,22 por ação ordinária e R$ 0,25 por ação preferencial, já deduzido o Imposto de Renda na Fonte de 15%. Serão beneficiados os acionistas que estiverem inscritos nos registros da Sociedade em 29.9.2025 (data-base de direito). As ações passaram a ser negociadas “ex-direito” aos juros intermediários a partir de 30.9.2025.

Dimed – Panvel (PNVL3)

A Dimed – Panvel (PNVL3) paga nesta quinta, 30, juros sobre o capital anunciados em março de 2025. O valor líquido, já deduzido o Imposto de Renda na Fonte, é R$ 0,07. A data com direito é 26 de março de 2025.

Sabesp (SBSP3) 

A Sabesp paga nesta quinta-feira, 30, juros sobre o capital anunciados em 19 de dezembro de 2025 no valor de R$ 2,64 por ação. Tem direito acionistas que constarem da base acionária da Sabesp no final do pregão de 23 de dezembro de 2025. As ações de emissão da companhia passaram a ser negociadas “ex-proventos” na B3 a partir de 26 de dezembro de 2025 (inclusive).

A Sabesp também paga na quinta, 30, JCP aprovados em 16 de março de 2026 no montante bruto de R$ 583,5 milhões, correspondente a R$ 0,83 por ação. Tem direito quem tinha ações da companhia em 19 de março de 2026.

Trisul (TRIS3) 

A Trisul paga nesta quinta, 30, a primeira parcela do dividendo anunciado em dezembro/25. O valor é de R$ 0,42 por ação. Tem direito quem detinha ações da companhia no dia 26 de dezembro de 2025 (data-base). A partir de 29 de dezembro as ações são negociadas “ex-dividendos”.

Mills (MILS3) 

A Mills paga nesta quinta, 30, dividendos extraordinários aprovados em dezembro/25. O valor total é de R$ 150 milhões, correspondente a R$ 0,65  por ação. A distribuição terá como data-base de cálculo a posição acionária de 20 de abril de 2026 (record date), incluindo as negociações realizadas em tal data. Desde de 22 de abril de 2026, inclusive, as ações de emissão da companhia são negociadas “ex” dividendos.

M.Dias Branco (MDIA3) 

A M.Dias Branco paga nesta quinta, 30, dividendo mensal no valor de R$ 0,03 por ação. A data base foi em 22 de abril.

Caixa Seguridade (CXSE3) 

A data com para ter direito aos dividendo intermediários da Caixa Seguridade anunciados em 30 de janeiro, é nesta quinta, 30. As ações passarão a ser negociadas ex-dividendos a partir de 4 de maio de 2026. O valor por ação é de R$ 0,33 e o pagamento dos dividendos será efetuado em 15 de maio de 2026.

Smartfit (SMFT3) 

A Smartfit paga nesta quinta, 30, juros sobre capital próprio no montante total bruto de R$ 40 milhões, correspondente a R$ 0,06 por ação. A data base para o direito ao recebimento foi 23 de março de 2026.

Ser Educacional (SEER3) 

A Ser Educacional paga nesta quinta, 30, a primeira parcela do dividendo anunciado em 25 de março no valor de R$ 0,23 por ação. Tem direito acionistas constantes da posição acionária da companhia em 6 de abril de 2026. A segunda parcela será paga em 29/05/2026.

IRB (IRBR3) 

A data de corte para ter direito à primeira parcela do JCP anunciado em 1° de abril é nesta quinta, 30. O valor da parcela é de R$ 25,9 milhões (R$ 0,32 por ação) e será pago em 29/05/26.

Banco Pine (PINE4) 

O Banco Pine paga nesta quinta, 30 de abril, os juros sobre o capital próprio aprovados em 14 de abril. O valor bruto total é de R$ 57,2 milhões. O valor bruto é de R$ 0,22 por cada ação ordinária e cada ação preferencial. Tem direito quem detinha ações do banco em 20 de abril de 2026. Desde 22 de abril (inclusive), as ações de emissão da companhia são negociadas “ex” direitos a juros sobre capital próprio.

Motiva (MOTV3) 

A Motiva paga na quinta, 30, os dividendos aprovados em 15 de abril no valor por ação de R$ 0,06. Esse dividendo é a título de complemento dos dividendos mínimos obrigatórios relativos ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2025. Tem direito ao recebimento titulares de ações de emissão da companhia em 20 de abril de 2026.

Brava (BRAV3)

A Brava paga nesta quinta os dividendos deliberados na Assembleia Geral Ordinária no valor de R$ 0,12360222942 por ação. Desde 22 de abril as ações negociam ex-direito a esse dividendo.

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