Mercados nesta quinta, petróleo, minério, Copasa protocola na CVM oferta de ações, notícia da Axia, Petrobras e de outras companhias
Bolsas, petróleo e bitcoin (8h19)
Alemanha (DAX): -0,53%
Londres (FTSE 100): -0,40%
Japão (Nikkei 225): +3,10% (pregão encerrado)
China (Xangai Comp.): -2,04% (pregão encerrado)
Hong Kong (Hang Seng): -1,03% (pregão encerrado)
Petróleo Brent: +2,02% (US$ 107,1). O Brent é referência para a Petrobras.
Bitcoin futuro: -0,57% (US$ 77.305)
Ouro (contrato para fev/26 – onça-troy): -0,87% (US$ 4.518)
Minério de ferro em Dalian (7h54 – hora de Brasília)
Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em queda de 1,07% aos 789,5 iuanes (US$ 116,08). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas.
Futuros de ações em Nova York
Às 8h18 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em queda de 0,29% e o S&P 500 futuro tinha desvalorização de 0,33%. Nasdaq futuro caía 0,50%.
Notícias corporativas
Copasa protocola na CVM pedido de registro automático de oferta pública secundária de ações
A Copasa (CSMG3) anunciou na madrugada desta quinta-feira, 21, que protocolou junto à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) o pedido de registro automático para uma oferta pública secundária de ações ordinárias de sua emissão, atualmente pertencentes ao Estado de Minas Gerais.
Em um fato relevante a companhia informou que a operação prevê inicialmente a distribuição de 171,1 milhões de ações e faz parte do processo de desinvestimento do Estado mineiro.
A oferta será direcionada ao público investidor em geral no Brasil e contará também com esforços de colocação no exterior, incluindo investidores institucionais qualificados nos Estados Unidos e investidores internacionais em outros mercados, em conformidade com as normas regulatórias brasileiras e norte-americanas.
A oferta será realizada sob a coordenação do Banco BTG Pactual (coordenador líder), Itaú BBA, Bank of America, Citigroup Global Markets Brasil e UBS BB.
O volume inicialmente ofertado poderá ser ampliado em até 11,2%, com a inclusão de até 19,1 milhões de ações adicionais de titularidade do Estado de Minas Gerais. Mas, no âmbito da oferta, não haverá distribuição do lote suplementar.
O percentual de ações a ser inicialmente ofertado pelo acionista vendedor no âmbito da oferta será de 45,00% do capital social da companhia, o que corresponde a 89,94% da participação atualmente detida pelo acionista vendedor (governo mineiro) na companhia, podendo chegar a até 50,03% do capital social, o que corresponde a 100,00% da participação atualmente detida pelo acionista vendedor na Companhia, considerando a eventual colocação integral das ações adicionais.
Taesa celebra contrato para comprar cinco transmissoras da Energisa
A Taesa (TAEE11, TAEE4) anunciou na madrugada desta quinta-feira, 21, que celebrou contrato com a Energisa Transmissão de Energia e a Energisa para aquisição de 100% do capital social das seguintes sociedades: Energisa Goiás Transmissora de Energia I (EGO I), Energisa Pará Transmissora de Energia I (EPA I), Energisa Pará Transmissora de Energia II (EPA II), Energisa Tocantins Transmissora de Energia (ETT), e Energisa Tocantins Transmissora de Energia II (ETT II).
A transação contempla cinco concessões de transmissão 100% em operação comercial localizadas nos estados de Goiás, Bahia, Pará e Tocantins, regiões onde a Taesa já opera.
Os ativos adicionam receita anual permitida (RAP) de aproximadamente R$ 291 milhões (referente ao ciclo 2025-2026), adicionado de PIS/COFINS, com prazo médio de concessão remanescente de cerca de 22 anos, 1.305 km de linhas de transmissão, 12 subestações e 4.494 MVA de potência de transformação.
A Receita Anual Permitida é a remuneração que as transmissoras recebem pela prestação do serviço público de transmissão aos usuários.
Com esta aquisição, a capacidade de transformação da Taesa aumenta em aproximadamente 33%, atingindo cerca de 18 mil MVA após a conclusão da operação. A proximidade dos ativos com concessões existentes da Taesa possibilita a captura de sinergias, reforçando a presença da companhia em áreas estratégicas do setor de transmissão no Brasil, afirma a transmissora.
O preço da operação considera um enterprise value de R$ 2,293 bilhões, valor da dívida líquida de R$ 748 milhões, resultando em um equity value de R$ 1,545 bilhão, com data-base de 31 de dezembro de 2025, sujeito à correção pelo CDI até o fechamento e aos ajustes usuais neste tipo de transação.
A conclusão da operação está sujeita à implementação ou renúncia, conforme o caso, de condições precedentes usuais para esse tipo de negócio, incluindo, entre outras, a aprovação definitiva da operação pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), credores dos ativos e aprovação em Assembleia Geral Extraordinária da Taesa, a ser convocada oportunamente.
“A operação reflete a estratégia da Taesa de crescimento com disciplina financeira, expectativa de manutenção do perfil de crédito, eficiência operacional e alocação de capital em ativos de transmissão de alta qualidade”, afirmou a companhia, destacando que, com a aquisição reforça sua posição como plataforma consolidadora do setor, agregando ativos operacionais com vencimento de longo prazo, sinergias e possibilidade de expansão futura por meio de reforços e melhorias, preservando sua estrutura de capital, e manutenção da prática de distribuição de proventos.
Banco do Brasil anuncia o pagamento de R$ 340,7 milhões em juros sobre o capital
O Banco do Brasil (BBAS3) divulgou na quarta-feira, 20, após o fechamento do mercado, que aprovou a distribuição de R$ 340.717.500,00 a título de remuneração antecipada aos acionistas sob a forma de juros sobre o capital próprio (JCP), relativos ao segundo trimestre de 2026. O valor por ação é de R$ 0,05968401166. O valor será pago em 11/06/2026, tendo como base a posição acionária de 01/06/2026, sendo as ações negociadas “ex” a partir de 02/06/2026.
Vale lembrar que o Banco do Brasil anunciou no último dia 13 de maio a distribuição de R$ 465,7 milhões a título de remuneração aos acionistas sob a forma de juros sobre capital próprio (JCP), relativo ao primeiro trimestre de 2026. O valor por ação é de R$ 0,08 e será pago em 11/06/2026, tendo como base a posição acionária de 01/06/2026, sendo as ações negociadas “ex” a partir de 02/06/2026.
Vamos (VAMO3) anuncia recompra de ações de até 36,8 milhões de ações
O conselho de administração da Vamos (VAMO3) aprovou um novo programa de recompra de ações de emissão da própria companhia.
A companhia poderá adquirir até 36.890.567 ações ordinárias, representativas de 7% do total de ações em circulação no mercado.
O programa terminará em 22 de novembro de 2027.
Segundo a Vamos, o programa tem por objetivo a maximização de valor ao acionista, sem redução do capital social, sendo as ações adquiridas utilizadas para manutenção em tesouraria, cancelamento, alienação e/ou para atender as obrigações assumidas pela companhia perante os beneficiários dos planos de remuneração baseados em ações.
B3 aprova pedido da Axia para migração ao Novo Mercado
A B3 aprovou o pedido da Axia para migração ao Novo Mercado, segmento que representa o mais elevado padrão de governança corporativa do mercado brasileiro.
Dessa forma, a Axia passará a ter exclusivamente ações ordinárias (ON), negociadas sob o código AXIA3, e ações preferenciais classe “C” (PNC), negociadas sob o código AXIA7 e, conversíveis ou resgatáveis em sua totalidade até 2031.
As ações preferenciais classe “A1” (PNA1) e de classe “B1” (PNB1) serão convertidas em ações ON, na proporção de 1,1 ação ON para cada 1 ação PNA1 ou PNB1.
Os ADRs lastreados em ações PNB1 (ADR PNB1) serão convertidos em ADRs lastreados em ações ON (ADR ON), na proporção de 1,1 ADR ON para cada 1 ADR PNB1.
A Axia informou o cronograma de migração para o Novo Mercado.
Em 5 de junho ocorrerá a conversão das ações PNA1 e PNB1 (último dia de negociação das ações PNA1 e PNB1).
Em 8 de junho será o início da negociação das ações ON decorrentes da conversão.
Em 10 de junho ocorrerá o crédito das ações ON aos antigos titulares de PNA1 e PNB1
A companhia explicou que as eventuais frações de ações ON decorrentes do resultado da conversão serão agrupadas e alienadas por meio de leilão em bolsa, sendo que o resultado líquido das vendas nesse leilão será distribuído proporcionalmente aos acionistas titulares das frações. Os procedimentos e prazos aplicáveis serão oportunamente divulgados por meio de aviso aos acionistas.
A Axia destacou ainda que a migração para o Novo Mercado representa uma etapa relevante na simplificação da estrutura de capital, resultando no aumento de liquidez de suas ações e na evolução contínua de suas práticas de governança corporativa.
Petrobras informa sobre adesão à nova subvenção econômica
A Petrobras (PETR3, PETR4) informou na noite desta quarta-feira, 20, que seu conselho de administração aprovou a adesão da companhia à subvenção econômica aos produtores e importadores de combustíveis derivados de petróleo, instituída pela Medida Provisória (MP) nº 1.358, de 13 de maio de 2026. O objetivo dessa MP é mitigar os impactos econômicos e a alta nos preços dos combustíveis no Brasil, causados pelos choques no mercado internacional de energia em decorrência do conflito no Oriente Médio.
A subvenção econômica prevista nesta MP trata de valores sobre a produção e a importação de gasolinas e de óleo diesel de uso rodoviário, nos termos da legislação vigente.
“Diante do caráter facultativo e do potencial benefício, entende-se que essa adesão é compatível com o interesse da companhia”, afirmou a petroleira estatal em um fato relevante.
Esta nova adesão se soma aos Programas de Subvenção relacionados à comercialização de óleo diesel de uso rodoviário no território nacional já instituídos pelo Governo Federal.
A efetiva assinatura do novo termo de adesão ficará condicionada à publicação e análise de Ato do Ministro de Estado da Fazenda e do regulamento, necessários para a implementação da subvenção econômica, conforme previsto na MP, explicou a petroleira estatal.
A Petrobras destacou que mantém sua estratégia comercial, levando em consideração sua participação no mercado, a otimização dos seus ativos de refino e a rentabilidade de maneira sustentável, evitando o repasse para os preços internos da volatilidade conjuntural das cotações internacionais e da taxa de câmbio.
“A adesão preserva a flexibilidade da companhia na implementação da sua estratégia comercial”, ressaltou a companhia no fato relevante.
Petrobras consolida parceria com a Lightsource bp em energia renovável no Brasil
A Petrobras concluiu a aquisição de 49,99% de participação nas subsidiárias da Lightsource bp no Brasil, estabelecendo uma parceria estratégica no segmento de energias renováveis onshore no país, incluindo armazenamento de energia.
A parceria foi estruturada como uma joint venture, com gestão compartilhada, incluindo conselho de administração composto em partes iguais por representantes de ambas as companhias, conforme previamente divulgado ao mercado.
A conclusão da transação ocorreu após a obtenção das aprovações regulatórias pertinentes.
A Lightsource bp contribuirá com ativos e projetos no Brasil, incluindo a usina solar fotovoltaica de Milagres (212 MWp), atualmente em operação, além de projetos em estágio avançado de desenvolvimento.
A Petrobras contribuirá com sua experiência em engenharia, licenciamento e regulamentação, bem como com seu direcionamento estratégico para atuação em energias renováveis.
“Com essa iniciativa, a Petrobras expande sua atuação em geração de energia solar e em fontes renováveis no Brasil, em alinhamento ao seu Plano de Negócios 2026–2030”, afirmou a petroleira estatal.
A Lightsource bp é uma produtora independente de energia global, que oferece soluções integradas de energia renovável onshore e armazenamento de energia. Presente em mais de 15 países, divididos em três regiões globais, possui 14,2 GW desenvolvidos e projetos no pipeline com potencial superior a 52 GW. A Lightsource bp é uma empresa da bp.
Alupar obtém licença para ampliar três subestações
A Alupar Investimento (ALUP11) divulgou que sua controlada TECP – Transmissora de Energia Central Paulistana obteve Licença de Instalação (LI), emitida pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), referente à ampliação das subestações Silvânia, Nova Ponte 3 e Ribeirão Preto e respectivas estruturas de apoio e instalação de canteiros de obras e alojamentos.
A licença tem validade de 1 (um) ano a partir de sua data de emissão e autoriza o início das obras de implantação das subestações e canteiros de obras do empreendimento, condicionado ao cumprimento das condicionantes ambientais estabelecidas pelo Ibama.
As subestações Silvânia, Nova Ponte 3 e Ribeirão Preto eram inicialmente parte do projeto da controlada TAP – Transmissora do Alto Paranaíba, a qual deixou de existir em abril de 2025, sendo incorporada pela TECP – Transmissora de Energia Central Paulistana.
“A obtenção da LI representa uma etapa regulatória essencial para o avanço das obras de ampliação dos ativos de transmissão da companhia, reafirmando a estratégia da Alupar de expansão de seu portfólio com disciplina ambiental e financeira”, afirmou a companhia em um comunicado.
Bradsaúde (SAUD3) obtém autorização da B3 para manter free float abaixo do percentual mínimo previsto
A Bradsaúde (SAUD3) informou que foi concedida pela B3, em caráter extraordinário, autorização para a manutenção temporária de seu free float abaixo do percentual mínimo previsto no Regulamento do Novo Mercado.
Nos termos da referida autorização, a companhia deverá manter, em livre circulação, ações representativas de no mínimo 8,609% de seu capital social até 30 de outubro de 2027, quando o free float deverá ter sido reenquadrado para 15% do capital social, desde que atendido o critério de liquidez — Average Daily Trading Volume (ADTV), ou para 20% do capital social, caso não atendido o ADTV.
Caso a quantidade de ações em circulação supere o patamar de 8,609% em qualquer momento antes do termo final do prazo concedido pela B3, e até que seja atingido o percentual mínimo aplicável, não será permitida a sua redução.
Como contrapartida para a concessão da referida autorização extraordinária, a Bradsaúde deverá alterar, até 30 de abril de 2027, seu estatuto social a fim de prever a redução da participação acionária para o exercício dos seguintes direitos, enquanto o free float não atingir o percentual mínimo previsto no Regulamento do Novo Mercado:
-para eleição, em votação em separado, de membro do conselho de administração, participação de 6% do capital social; e
-para requerimento de nova avaliação no âmbito de oferta pública de aquisição de ações (OPA) para cancelamento de registro, participação de 5% das ações em circulação no mercado.
Caso seja necessária a realização de assembleia geral para eleição de membro do conselho de administração antes da implementação da alteração estatutária prevista acima, a companhia submeterá, na mesma assembleia e como item de ordem do dia anterior à eleição, a redução do referido quórum, de modo que os acionistas minoritários possam exercer tal direito desde logo.
GPA (PCAR3) vende para a RD Saúde (RADL3) participação na Stix Fidelidade
O GPA (PCAR3) celebrou contrato para vender para a RD Saúde (RADL3) a totalidade de sua participação societária na Stix Fidelidade e Inteligência Stix, correspondente a 66,7% do seu capital social.
Dessa forma, o GPA encerra a joint venture societária formada com a RD Saúde na Stix.
A alienação da participação prevê um pagamento total de R$ 23 milhões. A conclusão da operação está sujeita ao cumprimento de certas condições precedentes, incluindo a aprovação pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).
“Caso a operação seja concluída, a companhia, a Stix e a RD celebrarão instrumento particular para estabelecer um período de transição, com o objetivo de preservar a experiência dos clientes em nossas lojas”, explicou o GPA.
Durante esse período, o GPA e a RD manterão o programa em condições operacionais equivalentes às praticadas atualmente, incluindo a possibilidade de acúmulo e resgate de pontos Stix pelos clientes do GPA.
“O encerramento da joint venture permitirá ao GPA concentrar esforços e recursos em suas atividades principais, preservando, durante o período de transição, os benefícios do programa Stix para seus clientes”, afirmou a companhia.
Nvidia anuncia aumento do dividendo, recompra de ações e resultados acima da expectativa
A Nvidia (Nasdaq: NVDA; B3: NVDC34) reportou receita de US$ 81,6 bilhões no primeiro trimestre de 2026, alta de 85% na comparação anual e acima das projeções do mercado, que giravam em torno de US$ 79 bilhões.
O principal destaque continuou sendo o segmento de Data Center, cuja receita atingiu US$ 75,2 bilhões, avanço anual de 92%.
O lucro líquido da gigante americana foi de US$ 58,32 bilhões, crescimento anual de 211%, frente ao lucro de US$ 18,77 bilhões reportado há um ano. O lucro por ação ajustado foi de US$ 1,87, aumento de 140% na base de comparação anual.
A fabricante de chips para IA anunciou também uma nova autorização de recompra de ações no valor de US$ 80 bilhões.
Além disso, o dividendo trimestral de US$ 0,01 para US$ 0,25 por ação, que será pago em 26 de junho de 2026 a acionistas registrados em 4 de junho de 2026.
Agenda de provento desta quinta, 21:
Banco Bmg (BMGB4)
O Banco Bmg paga nesta quinta-feira, 21, juros sobre o capital próprio (JCP) referente ao 1º trimestre de 2026, no valor bruto total de R$ 64,8 milhões, equivalente a R$ 0,10 por ação ordinária e preferencial de emissão do Banco, com retenção de 17,5% de imposto de renda retido na fonte, resultando no valor líquido de R$ 0,0825 por ação. Desde 12 de maio de 2026, inclusive, as ações do banco passaram a ser negociadas “ex-direito”.
Grendene (GRND3)
A data de corte (data com) para ter direito ao dividendo da Grendene anunciado em 7 de maio, é nesta quinta, 21. A partir de sexta-feira, 22, as ações serão negociadas ex-dividendo. Em forma de juros sobre o capital próprio o montante é de R$ 30 milhões e corresponde ao valor bruto por ação de R$ 0,03. Em forma de dividendo, o valor é de R$ 25,6 milhões, correspondendo a R$ 0,02 por ação. O pagamento será partir de 10 de junho de 2026.
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